18/06/2026
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Brasil em campo: maranhense avalia primeiro tempo e vê jogo “morno” contra o Marrocos

Mesmo sem ingressos para o estádio, Júnior Paixão e Clícia Leite acompanham o ambiente da Copa do Mundo no fan festival

Victória SilvaRedação: Victória Silva
Marcus BiancchiReportagem: Marcus Biancchi
sábado, 13 de junho de 2026 às 20:48
Imagem de Brasil em campo: maranhense avalia primeiro tempo e vê jogo “morno” contra o Marrocos
Foto: Marcus Biancchi

Dois brasileiros naturais de São Luís, no Maranhão, estão vivendo a atmosfera da Copa do Mundo diretamente do fan festival no México, mesmo sem conseguir ingressos para os jogos. Júnior Paixão e Klicia Leite destacaram a experiência de acompanhar o evento fora do estádio e a receptividade do público mexicano.

Durante a transmissão e convivência no espaço do festival, Júnior Paixão avaliou o desempenho da Seleção Brasileira na partida observada por ele, destacando momentos de equilíbrio no jogo e a importância da vitória.

“O primeiro tempo do Brasil foi legal. Achei que o Marrocos dominou bem o jogo, mas a gente conseguiu um gol pelo peso da camisa e pelo talento do Vinícius Júnior. O segundo tempo a gente melhorou, mas ainda está um jogo muito morno. Espero que o Brasil consiga ganhar essa partida, que é muito importante”, afirmou.

Mesmo sem acesso ao estádio, ele ressaltou a satisfação de estar no país-sede e viver o clima do Mundial.

“Eu vim pra cá, infelizmente não consegui ingresso, mas vim pra turistar e ver como é a cidade. É uma cidade que respira futebol, parece muito com o Brasil. Só viver esse clima já é muito satisfatório”, completou.

Já Klicia Leite destacou o acolhimento dos mexicanos e a estrutura do evento, afirmando que a experiência tem superado as expectativas.

“Estou gostando muito da cidade, as pessoas são muito acolhedoras, a gente se sente bem à vontade. A FIFA acertou muito ao escolher o México como sede, principalmente pelas pessoas. A gente não imaginava que o fan fest seria tão emocionante”, disse.

Ela também contou que a experiência vai além do futebol, com contato cultural e convivência intensa no ambiente da Copa.

“Hoje é nosso terceiro dia aqui, ainda vamos ficar mais cinco. Já fizemos muita coisa e conhecemos até uma rádio. O mais legal tem sido a convivência com as pessoas. Os mexicanos são muito acolhedores, até com a questão do idioma ajudam bastante. Isso faz toda a diferença”, relatou.

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