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Colégio Gregor Mendel apresenta proposta pedagógica e reforça compromisso com formação integral em Feira de Santana

O Colégio Gregor Mendel convida a comunidade feirense a conhecer de perto sua proposta pedagógica e estrutura

Por Rafa
terça-feira, 16 de dezembro de 2025
Foto: Rafael Maques
Foto: Foto: Rafael Maques

O Colégio Gregor Mendel realizou, na segunda-feira (15), uma coletiva de imprensa para apresentar oficialmente sua proposta pedagógica em Feira de Santana. Com quase quatro décadas de tradição na educação, a instituição chega à cidade com a proposta de atuar desde a educação infantil até o ensino médio, adotando o modelo sociointeracionista como base do processo de ensino-aprendizagem.

Durante a coletiva, o diretor da unidade, Randyson Freire, detalhou como a escola trabalha o desenvolvimento do aluno ao longo de toda a trajetória escolar, respeitando as especificidades de cada etapa.

“A gente trabalha desde os pequenininhos, a partir de dois anos de idade, na educação infantil, até o ensino médio. É toda uma trajetória escolar pensada para que o aluno vá se desenvolvendo dentro de uma proposta pedagógica coerente com cada fase da vida”, explicou.

Foto: Rafael Maques

Segundo o diretor, na educação infantil o foco está no cuidado e na experimentação, elementos fundamentais para o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças.

“Na infantil, existe uma necessidade específica de trabalhar esse experimento da aprendizagem a partir do cuidado e da brincadeira. A criança vai se percebendo ao longo da vida e se encaixando na proposta pedagógica que a espera no ensino fundamental”, destacou.

Randyson Freire explicou que o Gregor Mendel adota a proposta sociointeracionista, considerada um modelo que equilibra a valorização do conteúdo acadêmico com o olhar humanizado e socioemocional do aluno.

“O sociointeracionismo veio para ser o equilíbrio. Ele não deixa de cobrar o que é importante do ponto de vista do conteúdo, mas também não deixa de lado os outros currículos que agregam à formação humana”, afirmou.

O diretor comparou o modelo com outras abordagens educacionais, como o tradicional e o construtivista, ressaltando que ambos apresentam limitações quando aplicados de forma isolada.

“O modelo tradicional é muito conteudista e pouco atento ao socioemocional. Já o construtivista é extremamente humanizado, mas às vezes deixa o cognitivo em segundo plano. O sociointeracionismo equilibra esses dois olhares”, pontuou.

Com ampla experiência na educação, Randyson Freire falou sobre sua trajetória profissional e o desafio de liderar o projeto pedagógico do Gregor Mendel em Feira de Santana.

“Sou muito grato a todas as experiências que vivi. Comecei como professor do ensino fundamental e médio em Pernambuco, depois passei pela coordenação pedagógica, supervisão escolar e gestão pública na Secretaria de Educação”, relatou.

Ele destacou ainda sua atuação na formação de professores, no ensino superior e em projetos educacionais de alcance estadual e nacional.

“A escola, a secretaria de educação e o mundo acadêmico sempre foram o meu cenário de atuação profissional”, completou.

O diretor ressaltou que a qualidade da instituição passa, principalmente, pela cultura organizacional e pelos valores adotados na gestão de pessoas.

“É cultura. A gente trabalha com missão, visão e valores que são inegociáveis. Respeito, acolhimento e excelência acadêmica estão no mesmo nível de importância”, afirmou.

Segundo ele, as contratações são feitas com base não apenas no currículo técnico, mas também no perfil humano dos profissionais.

“Eu gosto de pessoas humildes, abertas ao aprendizado e ao feedback. Acreditamos que o bom profissional é aquele que tem vontade de aprender, independentemente do tempo de experiência”, disse.

Durante a coletiva, também foram esclarecidas dúvidas relacionadas à ligação entre a instituição e o proprietário do prédio onde o colégio está instalado. Randyson reforçou que não existe qualquer vínculo societário.

“Nossa relação é exclusivamente de inquilino e proprietário. Não há nenhuma ligação societária. Temos um contrato sólido, com todas as precauções jurídicas tomadas”, garantiu.

Ele explicou ainda que o Grupo Mendel possui sócios definidos e não opera no modelo de franquias.

“Não somos uma franquia. É um grupo educacional com sócios em comum, investidores e recursos próprios. Toda a construção e reforma foram feitas sem financiamento”, ressaltou.

Outra preocupação abordada foi o impacto da escola no trânsito e na vizinhança da Avenida Getúlio Vargas. De acordo com o diretor, estudos técnicos foram realizados antes da implantação da unidade.

“Nenhum empreendimento desse porte pode funcionar sem um estudo de impacto de vizinhança e trânsito. Houve acompanhamento técnico, com contagem de veículos em diferentes horários”, explicou.

Segundo ele, os acessos à escola serão feitos por vias laterais, com entradas e saídas organizadas por segmentos e horários distintos.

“Não teremos acesso direto pela Getúlio Vargas. Os acessos serão pelas laterais, com horários diferenciados, o que reduz significativamente o impacto no trânsito”, afirmou.

Randyson Freire reforçou o propósito da instituição, resumido no slogan apresentado na fachada do colégio.

“Nós não queremos ser apenas mais uma escola. Queremos ser uma referência. Nosso propósito é olhar para o futuro com excelência acadêmica, sem perder o foco na formação humana e integral”, concluiu.

*Com informações do repórter Rafael Marques

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