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Exército pede mais tempo para concluir inquérito sobre furto de metralhadoras

Armamento foi furtado do Arsenal de Guerra em Barueri, São Paulo, no dia 10 de outubro

Por Thaciane Mendes
terça-feira, 09 de janeiro de 2024
Foto: Exército Brasileiro / Divulgação
Foto: Foto: Exército Brasileiro / Divulgação

A Justiça Militar da União permitiu uma prorrogação do prazo do Inquérito Policial Militar (IPM) aberto pelo Exército para investigar e responsabilizar os agentes envolvidos no furto de 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra na cidade de Barueri, na Grande São Paulo no dia 10 de outubro.

A prorrogação veio em caráter excepcional, visto que o objetivo era que fosse concluída ainda em dezembro, mas agora a corporação terá até o dia 17 de janeiro para a conclusão do inquérito. O motivo é a quantidade de provas que não foram analisadas pelas equipes.

Segundo apuração da Globo News, a expectativa é que a investigação seja concluída e que haja o indiciamento dos suspeitos por furto, peculato, receptação e extravio, com possibilidade de pedido de prisão. Além de militares, dois civis são investigados e podem ser indiciados por receptação.

Desde o sumiço das armas, 38 militares foram punidos administrativamente, com prisão disciplinar de um a 20 dias, a depender do nível de envolvimento e patente. As penalidaddes começaram a ser aplicadas somente em novembro, um mês após os sumiços das metralhadoras.

*Metro 1

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