Além do momento religioso, a programação contou com grandes atrações musicais e a participação de diversos blocos, fortalecendo ainda mais a tradição e a identidade cultural do município.
A festa cultural e religiosa de São Gonçalo do Amarante, em São Gonçalo dos Campos, foi encerrada neste sábado com um saldo altamente positivo, reunindo milhares de pessoas desde a última quinta-feira, quando aconteceu o tradicional cortejo da lavagem com as baianas pelas ruas da cidade. Além do momento religioso, a programação contou com grandes atrações musicais e a participação de diversos blocos, fortalecendo ainda mais a tradição e a identidade cultural do município.
O prefeito Tarcísio Pedreira acompanhou de perto todos os dias da festa, participando tanto dos atos religiosos quanto das celebrações culturais, e fez uma avaliação destacando a organização, a segurança e o crescimento do evento a cada ano.
“Estou desde quinta-feira, quando saímos no cortejo das baianas aqui de São Gonçalo, muito empolgado com a nossa festa. Tenho percebido que, a cada ano, ela tem crescido em público, em força e em visibilidade. Recebi ligações de pessoas em Salvador dizendo que viram o cortejo das baianas de São Gonçalo passando na televisão, curiosamente no mesmo dia da lavagem do Bonfim”, destacou o prefeito.

Segundo Tarcísio, o evento consolidou São Gonçalo dos Campos no cenário cultural da Bahia.
“Hoje, a Bahia inteira enxerga São Gonçalo dos Campos recebendo boas notícias. A nossa festa está acontecendo em paz, como tem que ser, uma festa democrática, pensada para crianças, idosos e famílias. Participei dos novenários, das missas, além de me divertir junto com o povo, porque faço questão de acompanhar tudo de perto”, ressaltou.

O gestor também avaliou que a edição deste ano superou expectativas e já projeta ajustes para 2027.
“A lavagem de quinta-feira reuniu milhares de pessoas. A gente só perde mesmo para Salvador. Considerada hoje a maior lavagem da região metropolitana. Com o crescimento do cortejo, percebi que, a partir do ano que vem, vamos precisar de mais de uma charanga ou banda durante a lavagem. A festa cresceu tanto que uma banda só acabou ficando pequena para acompanhar todo o percurso”, explicou.

O prefeito destacou o significado simbólico da lavagem para o povo são-gonçalense.
“Como eu sempre digo, o ano para os são-gonçalenses só começa depois da lavagem. É um momento de reencontro de famílias, de pessoas que moram fora e aproveitam para voltar para casa. É o encontro da religião católica com as religiões de matriz africana. Chegar à Fonte da Gameleira, beber daquela água, receber a alfazema na cabeça em frente à igreja matriz é algo que me enche de boas energias para começar o ano. Isso serve como combustível para trabalharmos por um ano que certamente será muito bom para o povo de São Gonçalo”, afirmou.









