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Governo federal inclui Aeroporto de Feira de Santana em carteira estratégica de investimentos para 2026/2027

Os recursos integram a nova carteira pública de empreendimentos para o ciclo 2026/2027, estimada em quase R$ 1,8 bilhão, sendo R$ 424,2 milhões destinados ao Nordeste.

Por Rafa
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
Imagem de Governo federal inclui Aeroporto de Feira de Santana em carteira estratégica de investimentos para 2026/2027

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) anunciou novos investimentos para fortalecer a infraestrutura aeroportuária regional no Nordeste, com destaque para Feira de Santana. Os recursos integram a nova carteira pública de empreendimentos para o ciclo 2026/2027, estimada em quase R$ 1,8 bilhão, sendo R$ 424,2 milhões destinados ao Nordeste.

Entre as ações previstas está a elaboração de estudos e projetos básicos para o Aeroporto de Feira de Santana, iniciativa considerada estratégica para impulsionar o desenvolvimento econômico da cidade e ampliar sua integração com outras regiões do país.

No mesmo pacote de ações, o ministério prevê estudos para um novo aeroporto em Conde (BA) e Iguatu (CE), além da instalação de estações meteorológicas em Patos (PB), Sobral (CE), Balsas (MA) e Gurupi (TO). Recursos também já estão assegurados para obras e melhorias em terminais de cidades como Barra do Corda, Bacabal e Santa Inês, no Maranhão, Picos, no Piauí, Ilhéus, no sul da Bahia, entre outros.

De acordo com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a proposta é preparar os aeroportos regionais para acompanhar o crescimento das cidades. “Estamos estruturando uma carteira robusta, que prepara os aeroportos regionais para crescer com segurança, eficiência e foco no desenvolvimento das cidades”, afirmou.

O secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, ressaltou que o investimento em estudos é fundamental para garantir mais agilidade e qualidade nas futuras obras. Segundo ele, a adoção da Metodologia BIM (Building Information Modelling), prevista em grande parte dos projetos, permite integrar informações técnicas, custos e prazos, reduzindo riscos e elevando o padrão das intervenções.

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