24/06/2026
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Homem é baleado durante ação policial para dispersar guerra de espadas no interior da Bahia

Intervenção ocorreu na Praça Macedo, no distrito do Bravo; participante ferido foi socorrido e caso gerou repercussão nas redes sociais

Redação: De olho na cidade
quarta-feira, 24 de junho de 2026 às 12:33
Imagem de Homem é baleado durante ação policial para dispersar guerra de espadas no interior da Bahia
Foto: Redes Sociais

Uma ação da Polícia Militar realizada na noite de terça-feira (23), no distrito do Bravo, em Serra Preta, terminou com um homem ferido durante uma tentativa de dispersar participantes de uma guerra de espadas. O episódio aconteceu na Praça Macedo, onde uma grande quantidade de pessoas se reunia para a prática considerada ilegal pelas autoridades.

Segundo informações da PM, equipes foram deslocadas ao local após denúncias sobre a concentração de espadeiros no centro do distrito. Durante a operação, os agentes utilizaram munições de impacto controlado e gás de efeito moral com o objetivo de dispersar a multidão.

Relatos de moradores apontam que, mesmo após a intervenção, parte dos participantes permaneceu na praça e teria continuado a soltar espadas, algumas delas direcionadas aos policiais. Diante da situação, houve nova ação para conter o grupo.

Vídeos divulgados nas redes sociais registraram momentos de correria, tumulto e tensão logo após o início da operação. As imagens rapidamente repercutiram entre moradores da região.

O homem atingido durante a ocorrência recebeu atendimento médico, mas não foram divulgadas informações sobre seu estado de saúde. Até o momento, também não há confirmação de prisões ou apreensões relacionadas ao caso.

Em nota, a Polícia Civil reiterou que fabricar, armazenar, transportar, comercializar ou utilizar espadas juninas continua sendo uma prática proibida na Bahia. Conforme o órgão, os responsáveis podem responder por infrações previstas no Estatuto do Desarmamento, com penas que variam de três a seis anos de prisão.

A corporação destacou ainda que, apesar dos debates e dos avanços obtidos por meio de acordos firmados com o Ministério Público da Bahia, medidas como a regulamentação definitiva da atividade e a implantação de espaços específicos para a prática ainda não foram plenamente executadas.

*Com informações g1

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