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Operação em Chamas 2024 apreende milhares de materiais irregulares

Nos municípios do interior, 55 mil materiais foram apreendidos, três fábricas clandestinas que produziam fogos de artifício foram desativas e nove barracas foram multadas.

Por Rafa
quarta-feira, 19 de junho de 2024
Foto: Divulgação/Ascom-PC
Foto: Foto: Divulgação/Ascom-PC

A Operação Em Chamas, deflagrada anualmente pela Coordenação de Fiscalização de Produtos Controlados (CFPC) da Polícia Civil da Bahia realizou, na quarta-feira (18), inspeção em estabelecimentos de disposição, armazenamento e comercialização de fogos de artifícios nas cidades de Salvador, Lauro de Freitas, Feira de Santana, Cruz das Almas e Santo Antônio de Jesus.

Nos municípios do interior, 55 mil materiais foram apreendidos, três fábricas clandestinas que produziam fogos de artifício foram desativas e nove barracas foram multadas.

Em Salvador, a operação se concentrou em estabelecimentos na Avenida Paralela e na Feira de São Joaquim, onde foram localizados 165 mil materiais artesanais e industrializados, com a data de validade vencida. Cinco barracas foram multadas.

As ações da 11ª edição da Operação em Chamas tiveram início em maio deste ano e 18 estabelecimentos de venda de fogos em cidades do interior foram multados, todos com registros de reincidências de algum tipo de irregularidade. Um homem foi autuado em flagrante, no dia 13 desse mês, no distrito de Muniz Ferreira, pelo crime de fabricação ilegal de fogos de artifício. O investigado foi encaminhado para a Delegacia Territorial (DT) de Santo Antônio de Jesus, sendo liberado em audiência de custódia.

A ação tem a participação da Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), do Departamento de Polícia do Interior (Depin), do Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 6ª Região Militar (6ª RM/SFPC), do Departamento de Polícia Técnica (DPT), do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e da Diretoria de Ações de Proteção e Defesa do Consumidor (Codecon).

O material apreendido passará por perícias no DPT e será posteriormente incinerado.

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