20/04/2026
...
De Olho na Cidade
InícioPolícia
Polícia2 min de leitura

PF prende suspeitos de mandar matar Marielle Franco

A Polícia Federal prendeu neste domingo, em operação conjunta com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério Público do Rio, três suspeitos de terem mandado executar Marielle

Por Isabel Bomfim
domingo, 24 de março de 2024
Foto: Divulgação/Câmara Municipal do RJ
Foto: Foto: Divulgação/Câmara Municipal do RJ

A prisão neste domingo (24) dos três suspeitos de terem encomendado a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) em 2018 abre um novo "capítulo" nas investigações sobre o caso, que já se estendem por mais de seis anos.

Um dos presos, Chiquinho Brazão (União-RJ), é deputado federal. Por isso, essa prisão terá de ser analisada pela própria Câmara – que, em plenário, pode mandar soltar o parlamentar. Para isso, é preciso maioria absoluta (257 votos a favor) em votação aberta.

As prisões também não significam o encerramento da investigação. Ainda há conclusões a serem divulgadas, por exemplo, sobre as motivações dos detidos e sobre outros envolvidos que ainda não foram identificados.

Prisão e novos depoimentos

A Polícia Federal prendeu neste domingo, em operação conjunta com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério Público do Rio, três suspeitos de terem mandado executar Marielle. O motorista do carro, Anderson Gomes também foi executado.

Foram presos:

Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado;
Chiquinho Brazão, deputado federal (União-RJ) e vereador à época do crime;
e Rivaldo Barbosa, ex-chefe de Polícia Civil do Rio que comandou, por um período, as investigações.
Os três devem prestar um primeiro depoimento à Polícia Federal neste domingo, ainda no Rio.

Em seguida, devem ser transferidos também neste domingo para Brasília – onde cumprirão a prisão preventiva em uma penitenciária federal.

Em até 24 horas após a prisão, os três também devem passar por uma audiência de custódia, na qual o juiz avalia se eles seguem presos ou são liberados. O horário ainda não foi marcado.

A partir daí, a Polícia Federal pode marcar novos depoimentos para tentar esclarecer pontos de dúvida no inquérito. Tanto dos presos, quanto de testemunhas ou informantes.

*G1

Compartilhar:

Nós utilizamos cookies para aprimorar e personalizar a sua experiência em nosso site. Ao continuar navegando, você concorda em contribuir para os dados estatísticos de melhoria. Conheça nossa Política de Privacidade e consulte nosso Termos de Uso.