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Prefeitura de Feira intensifica monitoramento do aedes com as ovitrampas

Agentes de endemias retornaram aos imóveis onde foram instaladas as ovitrampas com o objetivo de substituir as paletas

Por Rafa
quarta-feira, 04 de junho de 2025
Foto: Divulgação SMS
Foto: Foto: Divulgação SMS

A Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Divisão de Controle Epidemiológico, segue intensificando o monitoramento da presença do mosquito Aedes aegypti nos bairros Parque Ipê e Papagaio — áreas que registraram Índice de Infestação Predial (IIP) superior a 1%, acima do limite máximo recomendado pelo Ministério da Saúde.

Nesta segunda-feira (2), agentes de endemias retornaram aos imóveis onde foram instaladas as ovitrampas com o objetivo de substituir as paletas. O material recolhido passa por um processo de secagem e, em seguida, é encaminhado para análise laboratorial.

“O objetivo do estudo é verificar se há ou não a presença do mosquito fêmea naquela área. É analisada se a quantidade de ovos recolhidos na primeira paleta coincide com a segunda, ou se tem uma incidência de menor período da fêmea neste local, para daí traçar estratégicas para combater a proliferação do aedes naquela determinada área”, explica a coordenadora do Centro de Controle de Endemias, Priscila Soares.

As ovitrampas são espécies de armadilhas que utilizam recipientes com água, levedura de cerveja e uma palheta de madeira para atrair as fêmeas do mosquito em busca de locais para depositar seus ovos.

NOTIFICAÇÕES

Até o dia 22 de maio de 2025, Feira de Santana registrou 955 notificações de dengue, com 123 casos confirmados. Desses, 24 apresentaram sinais de alarme e um evoluiu para óbito. 

Em comparação ao mesmo período de 2024, houve uma redução expressiva. No ano passado, foram notificados 13.746 casos, com 5.750 confirmações — sendo 849 com sinais de alarme e 21 classificados como graves.

Apesar da queda nos números, a atuação da equipe de endemias permanece constante. “O combate ao mosquito é contínuo, mesmo sem registros expressivos de casos confirmados. Trata-se de uma ação essencialmente preventiva”, destaca Verena Leal, chefe da Divisão de Controle Epidemiológico.

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