Funcionamento segue convenção coletiva e reflete a força da tradição religiosa na data
O funcionamento do comércio de Feira de Santana sofrerá alterações durante a Semana Santa, especialmente na Sexta-Feira da Paixão, no dia 5. A informação foi confirmada pelo presidente do Sicomércio, Marco Silva, que destacou o impacto da data tanto no aspecto religioso quanto na economia local.
Segundo ele, o período é tradicionalmente importante para diversos segmentos do comércio.
“Estamos na Semana Santa, que é uma data muito importante para o comércio, principalmente de bebidas, alimentos e viagens, muito relacionada ao nosso sentimento cristão”, afirmou.
Marco Silva explicou que há autorização prevista em convenção coletiva para o funcionamento das atividades ao longo do período, mas com particularidades na sexta-feira.
“Até quinta-feira o funcionamento é normal. Já na Sexta-Feira da Paixão, pela força da data cristã, teremos o funcionamento principalmente de atividades essenciais e algumas atividades específicas”, destacou.
De acordo com o presidente do Sicomércio, shoppings centers e estabelecimentos localizados em bairros estão autorizados a abrir normalmente durante o feriado. No entanto, o comércio do centro da cidade não funcionará.
“O centro de Feira de Santana estará fechado na Sexta-Feira Santa. Para funcionar, dependeria de um acordo específico, que não foi solicitado”, explicou.
Ele também orientou comerciantes sobre como identificar a autorização de funcionamento. “Para saber o que é centro ou bairro, basta verificar o cartão do CNPJ. Se não estiver como centro, está autorizado a funcionar”, pontuou.
A partir do sábado, o comércio retoma o funcionamento habitual, com expectativa de aumento nas vendas, impulsionado principalmente pela procura por ovos de Páscoa e itens para a ceia do domingo.
“A gente sabe da grande venda de produtos à base de chocolate, presentes e também da preparação para a ceia de Páscoa”, disse.
Marco Silva ressaltou ainda a importância das datas comemorativas para a economia. “São períodos fundamentais na geração de emprego e renda, além de terem um significado importante dentro do nosso sentimento cristão”, afirmou.
*Com informações do repórter Robson Nascimento