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Sindipetro-Ba se posiciona contra acordo firmado com o grupo árabe Mubadala

Para a entidade sindical o acordo assinado não muda a atual realidade do povo baiano em relação ao preço pago nos combustíveis.

Por Victória Silva
terça-feira, 18 de abril de 2023
Imagem de Sindipetro-Ba se posiciona contra acordo firmado com o grupo árabe Mubadala

Sindipetro-Ba afirmou que não concorda com a posição dos governos Lula e Jerônimo em relação ao acordo firmado com o grupo árabe Mubadala, que controla, através da Acelen, a antiga Refinaria Landulpho Alves (RLAM), hoje Refinaria de Mataripe. Para a entidade sindical o acordo assinado não muda a atual realidade do povo baiano em relação ao preço pago nos combustíveis.

De acordo com a entidade sindical o investimento de R$ 12 bilhões em 10 anos feito pelo Mubadala para a construção de uma planta de diesel verde (HVO) e querosene de aviação sustentável (SAF) – cuja primeira fase do projeto visa apenas o mercado internacional -, não trará benefícios à Bahia porque o estado continuará refém do monopólio privado de petróleo praticado pela Acelen.

O Sindipetro-Ba defende que a refinaria volte a integrar os ativos da Petrobrás, principalmente no momento em que a estatal estuda a mudança da sua política de preços de derivados de petróleo com o fim do Preço de Paridade de Importação (PPI), o que vai reduzir o preço da gasolina, diesel e gás de cozinha. 

"Queremos uma Petrobrás pública, nacional e integrada e isso passa pela reincorporação da RLAM aos ativos da Companhia. Defendemos também a incorporação dos trabalhadores da Acelen aos quadros da estatal." Afirma a entidade sindical.

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