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Torneio ilegal de caça de animais silvestres é desarticulado no norte da Bahia

Os agentes resgataram animais, apreenderam artefatos de caça e aplicaram penalidades aos envolvidos

Por Rafa
domingo, 30 de março de 2025
Foto: Divulgação
Foto: Foto: Divulgação

Uma operação conjunta do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e da Companhia Independente de Policiamento Especializado Caatinga (CIPE/PMBA) desarticulou, na madrugada deste domingo (30), um torneio ilegal de caça de tatus no distrito de Riacho Seco, em Curaçá, no Norte da Bahia. Durante a ação, os agentes resgataram animais, apreenderam artefatos de caça e aplicaram penalidades aos envolvidos.

A coordenadora do Inema em Juazeiro, Manoela Bezerra, ressaltou que a prática é crime ambiental, previsto na Lei nº 9.605/98. Segundo ela, grupos se organizam por redes sociais para caçar o maior número de tatus, oferecendo premiações aos vencedores. A fiscalização foi intensificada na região para coibir esse tipo de infração.

O comandante da CIPE-Caatinga, Major Érico de Carvalho, explicou que a operação foi resultado de investigações e monitoramento na Caatinga. “Recebemos informações e fizemos diligências para identificar o local do evento. Durante a incursão na madrugada, conseguimos localizar os caçadores”, afirmou.

​​​Das 11 espécies de tatus encontradas no Brasil, cinco habitam a Caatinga, incluindo o tatu-peba e o tatu-bola-da-caatinga. Segundo o especialista do Inema, Geraldo Onofre, esses animais são essenciais para o equilíbrio ecológico, pois dispersam sementes e ajudam no controle de insetos, como formigas e cupins.

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