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Três PMs são presos por suspeita de envolvimento na morte de membro da comunidade cigana na Região Metropolitana de Salvador

Dois militares foram detidos na terça-feira (21), em Camaçari. O terceiro se apresentou na quinta (23), em Salvador. Vítima foi assassinada em junho de 2024

Por Rafa
sábado, 25 de janeiro de 2025
Foto: Ascom PCBA
Foto: Foto: Ascom PCBA

Três policiais foram presos nesta semana, suspeitos de envolvimento na morte de um membro da comunidade cigana. O crime ocorreu em junho do ano passado em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

Dois PMs foram detidos na terça-feira (21), na cidade, em meio à Operação Bavaria, coordenada pela 4ª Delegacia de Homicídios (DH/Camaçari), com apoio do Grupo de Capturas do DHPP e da Corregedoria da Polícia Militar da Bahia. O terceiro se apresentou à polícia na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na capital baiana.

A vítima foi identificada como Agilson Ribeiro Dantas. Ele foi encontrado sem vida no banco do motorista do próprio carro , com uma arma localizada ao lado do corpo.

Investigações realizadas pela DH/Camaçari apontaram que o crime está relacionado a uma briga entre clãs ciganos. "A vítima fazia parte de uma família em conflito com outra, com várias mortes ocorrendo entre os membros dessas famílias", informou o titular da unidade policial, o delegado Antônio Sena.

De acordo com o chefe da unidade policial, a investigação ainda "revelou que outros policiais militares estão envolvidos em conflitos com ciganos e na execução dos homicídios". A atuação desses grupos criminosos é apurada em Candeias e Lauro de Freitas, também municípios da RMS.

Procurada pelo g1, a Polícia Militar disse que a prisão do primeiro PM foi efetivada pela Corregedoria Geral da corporação, com apoio do Comando de Operações de Inteligência (COInt). O agente passou por exames de lesões e foi encaminhado ao Batalhão de Choque da Polícia Militar, onde ficará custodiado à disposição da Justiça.

Uma pistola .40, um notebook e um celular foram apreendidos e passarão por perícia no Departamento de Polícia Técnica (DPT).

G1 Bahia

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