Universidade Estadual de Feira de Santana somou 18,38 pontos na avaliação internacional, que analisou 2.297 instituições de ensino superior
A presença da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) no cenário acadêmico internacional ganhou destaque com a divulgação da edição 2027 do Times Higher Education World University Rankings. A instituição aparece ao lado da UESB e da UESC entre as universidades estaduais baianas incluídas na avaliação mundial.
Na comparação com a edição anterior, a UEFS passou de 19,27 para 18,38 pontos. A variação representa uma redução de 0,89 ponto na pontuação geral. Mesmo com a queda, a universidade permanece entre as instituições baianas contempladas pelo levantamento.
O resultado faz parte de uma avaliação de alcance global. O ranking deste ano analisou 2.297 universidades distribuídas por 118 países e territórios. O THE considera diferentes aspectos do desempenho acadêmico, incluindo ensino, ambiente e qualidade da pesquisa, relação com o setor produtivo e inserção internacional.
A Universidade Federal da Bahia (UFBA) continua sendo a instituição do estado com a posição global mais alta, aparecendo na faixa entre 1.401 e 1.600. A pontuação da universidade passou de 27,71 para 27,67.
Entre as estaduais, a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) registrou 19,78 pontos, enquanto a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) chegou a 16,43. A UESC teve aumento de 0,75 ponto, e a UESB apresentou crescimento de 2,14 pontos em relação à edição anterior.
A Universidade do Estado da Bahia (UNEB), que havia aparecido na edição anterior mencionada no levantamento, não figura entre as instituições baianas listadas na edição 2027.
Fora da Bahia, o ranking também apresenta alterações importantes. A Universidade de São Paulo (USP) voltou ao grupo das 200 melhores do mundo e alcançou a 141ª colocação, com 62,90 pontos, melhor resultado da instituição na série histórica do levantamento.
No topo da classificação, a Universidade de Oxford permanece na primeira posição pelo 11º ano consecutivo. O resultado também mostra o avanço das universidades asiáticas: Tsinghua, da China, chegou ao 11º lugar, enquanto a Universidade Nacional de Singapura (NUS) entrou no grupo das 15 primeiras. Pela primeira vez, três instituições asiáticas aparecem simultaneamente no top 15.