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Uma rua, uma história: Avenida Getúlio Vargas

O professor Carlos Britos explicou que a história teve início em 1850.

Por Thaciane Mendes
terça-feira, 20 de setembro de 2022
Foto: Divulgação IBGE
Foto: Foto: Divulgação IBGE

Um dos lugares mais movimentados do território feirense, as ruas da Avenida Getúlio Vargas já foram palco para muitas histórias da cidade Em entrevista ao Jornal do Meio Dia, apresentado por Jorge Biancchi na rádio Princesa FM, o professor Carlos Britos explicou que a história teve início em 1850.

Onde hoje se localiza um módulo policial, anos atrás era o local de uma casa, uma capela e um cemitério particular do Coronel Felipe Pedreira de Cerqueira. Após a morte do coronel, a sua viúva assume os cuidados do local.

Em seus cuidados, a viúva doou a Capela Senhor dos Passos para o asilo Nossa Senhora de Lourdes, mas o imóvel foi se deteriorando. 

“Então chegou em Feira um engenheiro chamado Manuel Ferreira da Silva. Esse homem criou um projeto de loteamento para aquela região e concebeu a abertura de uma avenida, saindo das extensões da praça João Pedreira”, explicou o professor, que também é Secretário Municipal.

Em 1917, o coronel Augustinho Fróes da Mota, solicitou ao Conselho Municipal para abrir a avenida e pediu autorização para desapropriar dois imóveis da Rua Barão do Cotegipe, como antes se chamava a Avenida Senhor dos Passos. 

“Acontece que a capela estava no meio da Avenida, e criou-se uma comissão para reformá-la. O pessoal fez uma proposta de permutar uma área próximo dali para que pudesse abrir a avenida”.

A partir disso, o município desapropriou uma das casas da Barão do Cotegipe, e escolheu aquela área para ser realocada a capela, e a avenida começou a se estabelecer, se tornando o que conhecemos hoje.

“Precisamente, ela se chamava ‘Grande Avenida’, depois se tornou ‘Avenida Maria Quitéria’. Quando Getúlio Vargas, depois do Estado Novo, esteve em Feira e os integralistas assumiram, abriu-se mais a Avenida Maria Quitéria, e mudou o nome para ‘Avenida Getúlio Vargas’”.

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