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ACM Neto evita cravar apoio à Presidência e prioriza articulação na Bahia

Pré-candidato ao governo da Bahia afirma que definição sobre apoio à Presidência será feita mais adiante

Por Rafa
domingo, 15 de fevereiro de 2026
Imagem de ACM Neto evita cravar apoio à Presidência e prioriza articulação na Bahia

O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), afirmou que ainda não há definição sobre o posicionamento do grupo político em relação à campanha presidencial de 2026. Segundo ele, o momento é de diálogo e avaliação do cenário nacional, tanto dentro do União Brasil quanto na federação partidária.

“A gente vai avaliar o cenário até provavelmente o meio do ano para só então tomar uma decisão em relação à eleição presidencial”, afirmou.

ACM Neto comentou também sobre a movimentação política do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que recentemente deixou o União Brasil para se filiar ao PSD. Segundo ele, enquanto Caiado esteve no União Brasil, havia uma decisão partidária de apoio à sua pré-candidatura à Presidência da República.

“Quando o Caiado era do União Brasil, estava decidido partidariamente o apoio à sua pré-candidatura. Ele continua contando com o meu apoio e a minha torcida”, declarou.

No entanto, ACM Neto destacou que, com a mudança partidária, a decisão passou a depender de outros fatores e de novas articulações.

O pré-candidato explicou que a coligação na Bahia deve ser formada por diferentes partidos, o que pode resultar em apoios distintos no plano nacional.

“Nós vamos ter uma chapa heterogênea na Bahia, com pelo menos cinco partidos. Podemos ter mais de um candidato a presidente representado por membros dessa chapa”, disse.

Segundo ele, essa diversidade não inviabiliza a construção de um projeto estadual sólido.

“A abertura, neste momento, é para o diálogo. Não vamos deixar de conversar com ninguém que queira discutir mudanças para a Bahia e para o Brasil”, pontuou.

ACM Neto reforçou que qualquer anúncio sobre apoio presidencial será feito apenas após amadurecimento das conversas e análise do cenário político nacional.

“Qualquer definição só vai acontecer mais adiante, com tempo e bastante conversa”, concluiu.

*Com informações do repórter Rafael Marques

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