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Apoio de José Ronaldo segue como peça-chave nas articulações da oposição baiana

Comentarista avaliam que o atual momento da política estadual passa, inevitavelmente, pela postura adotada pelo líder feirense.

Por Rafa
domingo, 08 de fevereiro de 2026
Imagem de Apoio de José Ronaldo segue como peça-chave nas articulações da oposição baiana

A indefinição do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, sobre seu posicionamento político para as eleições de 2026 segue alimentando debates e análises no cenário político baiano. Para o radialista Dilson Barbosa, o atual momento da política estadual passa, inevitavelmente, pela postura adotada pelo líder feirense.

“A política na Bahia passa muito por Zé Ronaldo não entrar como candidato a vice, nem ao Senado, nem a nada”, avaliou Dilson.

Segundo o comentarista, embora José Ronaldo já tenha sinalizado que não pretende disputar cargos eletivos, o apoio político dele será decisivo para o fortalecimento de qualquer projeto de oposição, especialmente o liderado por ACM Neto.

“Vai importar muito o apoio de Zé Ronaldo para ACM Neto ou não. Ele disse que só falaria da posição dele em 2026, e tem até outubro para dizer se apoia alguém ou se não apoia ninguém”, destacou.

Dilson lembrou ainda que, mesmo afirmando ter como prioridade a gestão municipal, José Ronaldo já mudou de posição em momentos anteriores da sua trajetória política.

“Ele dizia que não ia abandonar a prefeitura e acabou saindo para disputar o governo do Estado. O cenário agora é diferente, mas a cicatriz fica”, ponderou.

Na avaliação do comentarista político Humberto Cedraz, José Ronaldo se consolidou como uma das maiores lideranças da oposição na Bahia, com estatura política superior à maioria dos nomes atualmente colocados no debate estadual.

“Como oposição, ele é o maior. Ninguém chega perto. Uma campanha com o apoio de Zé Ronaldo fica mais robustecida”, afirmou.

Apesar do peso político, Humberto avalia que José Ronaldo sabe das limitações de uma candidatura própria ao governo estadual.

“Ele faz pesquisa, trabalha em cima de dados e sabe que a chance de sair candidato ao governo e ter mais força que ACM Neto é mínima. Não é por ser ruim, mas porque seu capital político ainda é muito concentrado em Feira de Santana”, explicou.

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