09/06/2026
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2 min de leitura

Após encontro com Trump, Lula anuncia plano contra crime organizado

Presidente disse que divulgação do plano deve acontecer na próxima semana

Victória SilvaRedação: Victória Silva
sexta-feira, 08 de maio de 2026 às 15:55
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva sentado. Ele está de terno cinza, camisa azul clara e gravata padronizada, sorrindo e com as mãos juntas em frente ao peito. Há um microfone à sua frente e, ao fundo, as bandeiras do Brasil e o brasão da República
Foto: Divulgação

Um dia após se encontrar com Donald Trump, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta sexta-feira (8) o lançamento do plano “Brasil contra o crime organizado”.  A divulgação do plano deve acontecer na próxima semana. 

Na manhã desta sexta, Lula comentou, por meio de postagem na rede social X (antigo Twitter), o encontro que teve com o presidente dos Estados Unidos, e disse que o combate ao crime organizado foi um dos temas da reunião. “Nossas aduanas já estão cooperando neste sentido […] Se os Estados Unidos quiserem participar conosco, estarão convidados”, escreveu Lula.

O petista destacou, ainda, que o governo federal criou uma base na cidade de Manaus, “com a participação de representantes das polícias de países da América do Sul para combater o crime organizado, o tráfico de armas e drogas na fronteira brasileira”, continuou o presidente.

Ainda em sua postagem, o presidente afirmou que o Brasil precisa acabar com o potencial financeiro do crime organizado e das facções. Para ele, "esta é outra frente de trabalho importante que estamos atuando, e que estamos dispostos a colaborar", completou Lula.

Em momento posterior ao encontro com Trump, Lula afirmou que não conversou com o presidente republicano sobre classificar facções criminosas como organizações terroristas. Em declarações recentes,  o governo dos EUA afirmou que as facções brasileiras são “ameaças significativas à segurança regional”.

Por outro lado, o governo brasileiro rejeita que as organizações sejam classificadas como terroristas por temer que a designação possa servir de pretexto para ações militares por parte dos americanos.

O Metro1 compilou outros pontos discutidos durante o encontro dos líderes, que também pautou temas como a guerra entre EUA e o Irã, e a exploração das terras raras.

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