Ancelotti promove alterações na equipe titular, mantém confiança em Casemiro e Paquetá e deve reforçar o meio-campo para o duelo desta sexta-feira, na Filadélfia.
A Seleção Brasileira entra em campo nesta sexta-feira (19) com novidades na formação para encarar o Haiti pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. O confronto será realizado na Filadélfia, às 21h30 (horário de Brasília), e pode ser decisivo para as pretensões da equipe comandada por Carlo Ancelotti na competição.
As principais mudanças em relação à estreia são as entradas de Danilo na defesa e de Matheus Cunha no setor ofensivo. Eles substituem, respectivamente, Ibañez e Igor Thiago. Apesar das críticas recebidas após a partida contra o Marrocos, Casemiro e Lucas Paquetá foram mantidos entre os titulares.
A provável escalação brasileira conta com Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Matheus Cunha e Vini Junior.
Durante a preparação para o confronto, Ancelotti realizou diversas observações táticas e conversou individualmente com os atletas para alinhar estratégias e funções dentro de campo. Os treinamentos da semana foram marcados por testes e ajustes em diferentes formações.
Uma das disputas mais observadas aconteceu no meio-campo. Lucas Paquetá e Danilo Santos concorreram por uma vaga entre os titulares. O jogador do Flamengo se destacou nos treinamentos de bola parada e ganhou espaço, mas a definição oficial da equipe seria confirmada apenas momentos antes do início da partida.
A tendência é que o Brasil apresente uma postura diferente da observada em alguns treinamentos realizados em Nova Jersey, quando o esquema 4-2-4 foi utilizado com frequência. Para enfrentar o Haiti, a expectativa é de uma formação mais equilibrada no 4-3-3, fortalecendo o setor de criação e proteção defensiva.
Nesse desenho tático, Vini Junior atuará aberto pelo lado esquerdo, Raphinha ocupará a ponta direita e Matheus Cunha será a principal referência ofensiva da equipe. A comissão técnica acredita que o modelo pode proporcionar maior controle da posse de bola e mais equilíbrio entre defesa e ataque.
O duelo contra o Haiti representa uma oportunidade para o Brasil confirmar sua força no grupo e encaminhar a classificação para a próxima fase do Mundial.