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Com fila quilométrica e calor intenso, Frei Jorge Rocha testemunha homenagens ao Papa Francisco no Vaticano

Frei Jorge comentou sobre a movimentação e os nomes que têm surgido para o conclave

Por Rafa
quarta-feira, 23 de abril de 2025
Imagem de Com fila quilométrica e calor intenso, Frei Jorge Rocha testemunha homenagens ao Papa Francisco no Vaticano

Direto de Roma, o superintendente das rádios Sociedade News e Princesa FM, Frei Jorge Rocha, compartilhou os bastidores da despedida ao Papa Francisco na Basílica de São Pedro, onde o corpo foi colocado para visitação pública.

“Hoje é um dia importante, é o dia do onomástico do Papa Francisco. Na Itália, na Argentina e em várias partes da Europa, o onomástico é mais celebrado que o aniversário”, explicou Frei Jorge, que está em Roma acompanhando de perto os acontecimentos ligados à Igreja.

Apesar da solenidade discreta, Frei Jorge revelou que o clima era de grande respeito e devoção. “Foi feita uma oração privativa em homenagem ao nome Jorge, como me contou um dos cardeais com quem me encontrei. É um dia muito simbólico para o Papa”, afirmou.

Frei Jorge também relatou sua jornada até o Vaticano, onde enfrentou uma maratona de mais de cinco horas sob o sol intenso para participar da visitação.

“Cheguei às 9h30 da manhã, mas os portões só foram abertos às 11h. Fiquei sob o sol, sem água, sem sombra, foi muito difícil”, contou.

Ele descreveu o cenário como lotado. “A fila era dividida em duas partes, que depois se encontravam. Quando entrei, ainda estava relativamente tranquilo, mas na saída, a fila já havia triplicado”, disse. “Havia jornalistas de várias partes do mundo que nos abordaram para saber o sentimento de estar ali naquele momento especial.”

Expectativas para o Conclave

Frei Jorge comentou sobre a movimentação e os nomes que têm surgido para o conclave. “Dois nomes estão sendo muito comentados: o Cardeal Parolin, secretário de Estado, e o Cardeal Zuppi, da Itália. Há quem fale também em Dom Sérgio da Rocha. Mas tudo ainda é especulação”, ponderou.

Segundo ele, mais do que uma decisão política, a escolha do novo Papa é um ato de fé. “É a ação do Espírito Santo que guia essa escolha. O Papa precisa ter dois terços dos votos dos cardeais, o que demonstra a necessidade de unidade na Igreja”, afirmou.

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