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Defesa Civil faz vistoria nos imóveis incendiados na Feira da Madeira

As autoridades seguem acompanhando a situação na Feira da Madeira, enquanto aguardam a conclusão do laudo técnico que vai apontar oficialmente as causas do incêndio.

Por Rafa
quarta-feira, 07 de janeiro de 2026
Imagem de Defesa Civil faz vistoria nos imóveis incendiados na Feira da Madeira

Um incêndio de grandes proporções atingiu imóveis na região da Feira da Madeira, em Feira de Santana, na madrugada da última quinta-feira, dia 1º de janeiro. O fogo causou danos significativos, inclusive em casas vizinhas, obrigando a retirada de moradores por medida de segurança. Felizmente, não houve registro de feridos.

O combate às chamas mobilizou uma ampla força-tarefa envolvendo o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil, a Secretaria Municipal de Serviços Públicos, a Secretaria de Desenvolvimento Social, além do Exército Brasileiro e da Embasa, que contribuíram no abastecimento de água para o controle do incêndio.

Segundo o coordenador da Defesa Civil de Feira de Santana, Antônio José do Rosário, a ocorrência exigiu grande mobilização de recursos logo nos primeiros minutos do ano novo.

“Foi um incêndio de grande proporção, onde foram gastos muitos recursos. Mesmo sendo no início do ano, nos primeiros minutos do ano novo, as secretarias estavam presentes. Tivemos a atuação da Secretaria de Serviços Públicos, da Defesa Civil, da Secretaria de Desenvolvimento Social, da Sustentare, além do Exército, que contribuiu com apoio no fornecimento de água”, afirmou.

De acordo com a Defesa Civil, o fogo também comprometeu a estrutura de pelo menos um imóvel residencial, considerado o mais afetado. A família que morava no local precisou ser retirada preventivamente.

“A evacuação foi feita de modo muito ordenado, com orientações e sinalizações. Solicitamos recursos de diversos órgãos, todos se fizeram presentes. Após a desmobilização, seguimos articulando as atividades, prestando apoio aos proprietários, elaborando relatórios e encaminhamentos, principalmente para a família cujo imóvel teve maior comprometimento estrutural”, explicou Antônio José.

Sobre a causa do incêndio, a Defesa Civil trabalha, inicialmente, com a hipótese de que o fogo tenha sido provocado por fogos de artifício, em razão do horário em que a ocorrência foi registrada. No entanto, o coordenador reforça que a conclusão definitiva caberá à Polícia Técnica.

“A priori, acreditamos que tenha sido fogos de artifício, por conta do horário, mas isso vai ficar a cargo do Departamento de Polícia Técnica, que é quem tem a expertise para preparar o laudo. Eles já estiveram no local e vão emitir o parecer final”, destacou.

Antônio José aproveitou para reforçar um alerta à população quanto ao uso desse tipo de material.

“A gente orienta que as pessoas façam uso de fogos de artifício de modo mais moderado e com cautela. Infelizmente, o que é bonito acaba sendo prejudicial à cidade, aos animais, que são sensíveis ao barulho, a crianças e a pessoas com sensibilidade auditiva”, afirmou.

*Com informações do repórter JP Miranda

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