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Dia Mundial de Combate à Poliomielite: Coordenadora da Vigilância Epidemiológica reforça a importância da vacinação

Vacinação completa é fundamental para manter a erradicação da paralisia infantil no Brasil

Por Rafa
quinta-feira, 24 de outubro de 2024 às 10:28
Imagem de Dia Mundial de Combate à Poliomielite: Coordenadora da Vigilância Epidemiológica reforça a importância da vacinação

No Dia Mundial de Combate à Poliomielite, celebrado nesta quinta-feira (24), a coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Feira de Santana, Carlita Correia, destaca a importância da conscientização sobre os perigos da doença e o papel essencial da vacinação para manter a erradicação da poliomielite no Brasil. Em entrevista ao programa Cidade em Pauta, Carlita trouxe informações atualizadas sobre o esquema vacinal e mudanças recentes promovidas pelo Ministério da Saúde.

“A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença perigosa, que pode não apenas causar sequelas graves, mas também levar à morte. A melhor forma de manter a erradicação da doença é através da vacinação completa", destacou Carlita.

Ela explicou que o esquema vacinal contra a poliomielite começa cedo: "A criança deve receber a vacina a partir dos dois meses de idade, com doses aos quatro e seis meses e é fundamental que esse esquema seja seguido corretamente, pois a vacinação incompleta expõe a criança à doença."

Carlita também anunciou mudanças significativas no calendário vacinal. Desde 27 de setembro, o Ministério da Saúde deixou de utilizar a vacina oral (VOP), popularmente conhecida como a "vacina de gotinha". "Agora, a vacina utilizada é a VIP, que é injetável. Embora a forma de aplicação tenha mudado, a eficácia no combate à doença permanece a mesma", explicou.

A VIP será usada exclusivamente em todo o Brasil, e a recomendação atual é que todas as crianças sigam o esquema primário de vacinação aos dois, quatro e seis meses de vida, com reforços posteriores.

A coordenadora ressaltou a importância de os pais estarem atentos às novas orientações. "É necessário que todos fiquem alertas, garantindo que as crianças recebam todas as doses da vacina. A prevenção é a chave para continuarmos protegidos contra a poliomielite", concluiu Carlita.

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