Equipe de Feira de Santana acompanha bastidores da Cidade do México e se surpreendem com tradição que mistura esporte, teatro e cultura popular
Durante a cobertura jornalística internacional da Copa do Mundo de 2026 na Cidade do México, Jorge Biancchi e Marcus Biancchi aproveitaram um dos principais atrativos culturais do país: a tradicional Lucha Libre. A experiência rendeu curiosidade, surpresa e muitos bastidores compartilhados com o público.
Marcus foi quem incentivou a experiência e acabou levando Jorge Biancchi, para assistir ao espetáculo.
“É mais do que luta: é teatro, esporte e cultura”, diz.
Ele destacou o caráter cênico e cultural da Lucha Libre, muito além de uma simples competição esportiva. Segundo ele, o evento reúne elementos de teatro, humor e tradição popular mexicana.
“A luta livre é muito mais do que uma luta. É um espetáculo cultural, tem esporte, teatro, humor e drama. A torcida mexicana vibra a cada movimento dentro da Arena México, que comporta mais de 10 mil pessoas”, explicou Marcus.

Ele também chamou atenção para a forte participação do público e a atmosfera familiar do evento.
“São famílias que vão juntas, crianças e adultos entram no clima. Cada lutador tem sua identidade, como heróis e vilões, e isso faz parte da cultura mexicana”, completou.
Já Jorge Biancchi descreveu a experiência com surpresa e certo estranhamento inicial ao ver as cenas da apresentação, que mistura encenação e acrobacias.
“Eu cheguei lá e fiquei um pouco assustado. Falei: ‘rapaz, vai matar o cara’. O cara no chão e o outro pisando”, relatou.
Em seguida, ele contou que foi tranquilizado ao entender o formato do espetáculo.
“Depois o Marcus falou: ‘não, rapaz, ali é teatro, não morre ninguém’. Aí eu fiquei mais calmo”, disse Jorge.

A experiência com a Lucha Libre faz parte da imersão da equipe na cultura local durante a cobertura internacional. As imagens e bastidores vêm sendo compartilhados nas redes sociais, mostrando um lado menos visível das cidades-sede da Copa.