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Exclusivo: Em entrevista com Jorge Biancchi, André, da dupla André e George, reflete sobre a eliminação no vôlei de praia das Olimpíadas de Paris

Sobre o nível técnico da competição, André observou a crescente evolução do vôlei de praia, especialmente na Europa.

Por Rafa
quarta-feira, 07 de agosto de 2024

A trajetória da dupla André e George no vôlei de praia masculino das Olimpíadas de Paris chegou ao fim no último domingo (04) após uma derrota para os alemães Wickler e Ehlers, com um placar de 2 sets a 0. Apesar da eliminação, o atleta André compartilhou sua visão sobre a experiência olímpica em uma entrevista exclusiva com Jorge Biancchi.

Em sua primeira participação olímpica, André expressou a emoção e o orgulho de representar o Brasil e seu estado natal, o Espírito Santo.

“Foi uma experiência incrível. A gente briga há anos para chegar a uma Olimpíada, então estar aqui, jogar e representar meu país e todos que me ajudaram foi muito especial”, afirmou.

Sobre o nível técnico da competição, André observou a crescente evolução do vôlei de praia, especialmente na Europa.

“O vôlei de praia evoluiu muito. Antigamente, o Brasil e os Estados Unidos eram considerados favoritos, mas hoje a Suécia e a Noruega estão muito fortes", destacou.

A derrota para os alemães foi uma decepção, mas André analisou a partida com franqueza. “Infelizmente, não conseguimos jogar bem. Eles são a terceira dupla no ranking e jogaram muito bem. Nós sabíamos que podíamos ganhar, mas eles foram superiores no jogo. A cada competição, o nível está mais alto e qualquer falha pode ser decisiva”, explicou.

O impacto emocional dos Jogos Olímpicos também foi um ponto importante na conversa.

“Jogar uma Olimpíada pesa muito mais do que o comum. A magnitude do evento, a mídia e a pressão fazem uma grande diferença. Não é só o Brasil que sente isso; duplas favoritas de outros países também estão enfrentando surpresas”, disse André.

Por fim, o atleta refletiu sobre as lições aprendidas em Paris. “Chegar aqui já é um grande mérito. Aprendi a lidar com a pressão, o público e a mídia. Essas experiências são valiosas e vão me ajudar nas próximas competições”, concluiu.

*Com informações de Jorge Biancchi,, direto de Paris

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