Ministro terá a missão de conduzir processos relevantes, entre eles casos relacionados às investigações do Banco Master.
O ministro Luiz Fux assumirá, em agosto, a presidência da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), substituindo Gilmar Mendes. A troca faz parte do sistema de revezamento adotado pela Corte para a condução dos colegiados.
Na nova função, Fux será responsável por dirigir as sessões da Segunda Turma, estabelecer a agenda de julgamentos e coordenar o andamento dos processos que chegam ao colegiado. A expectativa é que sua gestão coincida com a análise de ações de grande repercussão nacional.
Entre os temas que devem ganhar destaque estão os desdobramentos das investigações sobre supostas irregularidades financeiras envolvendo o Banco Master. Novas etapas do caso estão previstas para serem apreciadas pelo STF ao longo de 2026 e 2027, período que também será marcado pelas eleições.
Integrante da Primeira Turma do Supremo, Luiz Fux esteve recentemente no centro de um julgamento de grande repercussão ao divergir dos demais ministros no processo que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na ocasião, foi o único voto favorável à absolvição, posicionamento que gerou repercussão dentro da Corte e reforçou a avaliação de que adota uma postura mais voltada à proteção das garantias processuais.