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Ilhas de calor estão cada vez mais perigosas, mas arquitetos e urbanistas podem trazer soluções

Vasco destaca que em suas obras residenciais, tem recomendado fortemente o uso de usinas de energia solar

Por Isabel Bomfim
sexta-feira, 26 de janeiro de 2024
Foto: Freepik
Foto: Foto: Freepik

Segundo o relatório do Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU), 40% da população mundial é altamente vulnerável ao clima. Segundo o arquiteto Ed Vasco, a arquitetura pode trabalhar frente a essas problemáticas climáticas com o planejamento urbano.

"Paris está removendo considerável parte do asfalto do centro da cidade, pois este é um significativo gerador de calor. A questão da arborização e a revitalização de rios também são urgentes para criar fontes de umidade na cidade", afirma o especialista.

As cidades têm a possibilidade de empregar várias estratégias para manter seus moradores seguros, como usar estrategicamente infraestrutura verde para diminuir as temperaturas. O incentivo às construções verdes é algo que vem sendo destacado pela ONU em seus relatórios desde 2014.

Outra medida sugerida é o uso de energia limpa com geração de baixo carbono, como a eólica e a fotovoltaica, são sugestões pontuadas no relatório do IPCC em relação à arquitetura.

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