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Indústria brasileira assume protagonismo na transição energética, destaca diretor de Comunicação da CNI na COP30

Ele explicou que a indústria nacional vem adotando tecnologias e processos que conciliam crescimento econômico com responsabilidade ambiental

Por Rafa
terça-feira, 11 de novembro de 2025

O ex-secretário de Comunicação da Bahia, André Curvello, que atualmente é diretor de Comunicação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), destacou durante a COP30, em Belém (PA), o papel fundamental da indústria brasileira no avanço da transição energética e na adoção de práticas sustentáveis que unem desenvolvimento econômico e preservação ambiental.

Curvello ressaltou que a participação da CNI no maior evento climático do mundo tem como objetivo mostrar os esforços e investimentos do setor industrial em inovação e sustentabilidade.

“É uma das semanas mais felizes, poder estar aqui mostrando toda a contribuição que a indústria brasileira tem dado para garantir a redução das emissões de carbono e acelerar a transição energética. Isso significa respeito ao meio ambiente”, afirmou.

Ele explicou que a indústria nacional vem adotando tecnologias e processos que conciliam crescimento econômico com responsabilidade ambiental, reforçando o compromisso com o desenvolvimento sustentável.

“A indústria não para, mas também não pode parar de investir em tecnologias e inovação. O símbolo disso é a busca por conciliar desenvolvimento, geração de emprego e renda com respeito ao meio ambiente”, pontuou.

A CNI mantém um estande na COP30 com uma programação intensa de painéis, debates e exposições que apresentam soluções práticas e inovadoras voltadas para a economia verde, eficiência energética e redução de impactos ambientais.

“O estande da CNI não para. São vários painéis, com especialistas mostrando o que o setor produtivo pode fazer para enfrentar os desafios climáticos. A ideia é apresentar soluções concretas, que possam inspirar não apenas o Brasil, mas o mundo”, explicou.

Durante o evento, o representante da CNI reforçou a importância da cooperação global e do comprometimento conjunto entre governos, empresas e sociedade para reduzir os desastres ambientais e promover uma economia mais limpa e sustentável.

“O mundo precisa seguir produzindo, mas com responsabilidade. É isso que estamos defendendo aqui: desenvolvimento com menos impacto, mais inovação e mais compromisso com as próximas gerações”, concluiu André Curvello.

*Com informações de Jorge Biancchi, direto da COP 30 em Belém

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