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João Roma critica acusações contra Bolsonaro e alerta para riscos de instabilidade no Brasil

O ex-ministro afirmou que há precariedade das investigações e a ausência de provas concretas que vinculem Bolsonaro a qualquer articulação golpista.

Por Rafa
sexta-feira, 06 de dezembro de 2024
Imagem de João Roma critica acusações contra Bolsonaro e alerta para riscos de instabilidade no Brasil

O presidente do PL Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, comentou sobre as recentes acusações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro em entrevista ao programa Jornal do Meio Dia, da rádio Princesa FM. Bolsonaro tem sido alvo de investigações e narrativas que o apontam como mentor de uma tentativa de golpe, o que, segundo Roma, reflete uma perseguição política e uma tentativa de desmoralizar a figura do ex-presidente.

Roma foi enfático ao criticar a postura do Judiciário em relação a Bolsonaro, citando o ministro Alexandre de Moraes como um dos principais responsáveis pelo que considera uma perseguição.

"É impressionante a sanha de querer incriminar o presidente Bolsonaro. Ele vive uma perseguição tamanha. O que nos deixa pasmos é como o Brasil tem dois pesos e duas medidas. Tentam construir tantas narrativas que isso termina desmoralizando todo o Judiciário", afirmou.

O ex-ministro também afirmou que há precariedade das investigações e a ausência de provas concretas que vinculem Bolsonaro a qualquer articulação golpista.

"Não há sequer provas insuficientes. O que existe são histórias que tentam imputar a ele. Bolsonaro nunca admitiu ou avalizou qualquer ação nesse formato", destacou.

Ao ser questionado sobre a possibilidade de prisão de Bolsonaro, Roma alertou para os riscos de tal medida.

"Vindo de Alexandre de Moraes, podemos esperar tudo. Mas seria um grande erro e um absurdo. Isso seria muito ruim para o Brasil, pois geraria reações em todo o país. Bolsonaro tem uma força enorme, não só entre os setores rurais e caminhoneiros, mas com um grande contingente de apoiadores. Esse tipo de injustiça só jogaria gasolina na fogueira", afirmou.

O ex-ministro reforçou que o momento exige pacificação e não o acirramento de tensões. "O Brasil precisa apaziguar os ânimos, não alimentar conflitos. Esse caminho só traz consequências graves e instabilidade", concluiu.

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