18/06/2026
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Justiça mantém presos suspeitos de morte de jovem durante salto de rope jump em Limeira

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após cair de cerca de 40 metros sem estar conectada ao equipamento de segurança; investigação aponta homicídio com dolo eventual.

Redação: De olho na cidade
segunda-feira, 15 de junho de 2026 às 06:33
Imagem de Justiça mantém presos suspeitos de morte de jovem durante salto de rope jump em Limeira
Foto: Reprodução-Redes Sociais

A Justiça de São Paulo determinou a prisão preventiva dos três homens investigados pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida durante a prática de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior paulista. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada neste domingo (14).

O acidente aconteceu na manhã de sábado (13), quando a jovem realizou um salto de aproximadamente 40 metros de altura. Segundo as investigações, ela não estava presa ao sistema de segurança que deveria amortecer a queda.

Imagens registradas por pessoas que acompanhavam a atividade mostram o momento em que Maria Eduarda é lançada da ponte. Pouco depois, testemunhas percebem que ela não estava conectada à corda de proteção e entram em desespero ao notar a falha.

Equipes de resgate tentaram reanimar a vítima até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas ela não resistiu aos ferimentos provocados pelo impacto da queda. A causa da morte foi apontada como politraumatismo.

De acordo com a Polícia Civil, os três investigados teriam assumido o risco de provocar o resultado fatal ao não realizarem a conferência adequada dos equipamentos de segurança antes do salto. Por esse motivo, eles foram autuados por homicídio com dolo eventual.

O boletim de ocorrência também informa que dois dos suspeitos teriam fugido para uma área de mata após a chegada da polícia, sendo posteriormente localizados durante as buscas realizadas com apoio de viaturas e de uma aeronave da Polícia Militar.

As autoridades ressaltaram ainda que o local já registrou outros acidentes graves relacionados à prática esportiva. Até o momento, a empresa responsável pela atividade, Entre Cordas, não havia se pronunciado sobre o caso.

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