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Nove casos de síndrome respiratória aguda grave por influenza registrados neste ano

Vacinação contra a gripe é medida de prevenção

Por Isabel Bomfim
sábado, 16 de março de 2024 às 18:58
Foto: Danielly Freitas
Foto: Danielly Freitas

A gripe é uma infecção respiratória que pode evoluir para uma Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) quando não tratada. Em Feira de Santana, 35 casos de SRAG foram detectados entre janeiro e fevereiro deste ano. Do total, nove foram ocasionados pelo vírus Influenza A. 

O número representa um aumento de 118% da síndrome agravada, quando comparado esse mesmo período em 2023, que foram identificados 16 casos de SRAG, sendo 10 por influenza. A SRAG ocorre quando o indivíduo apresenta sintoma gripal, a exemplo de febre, dor de cabeça, tosse ou dor de garganta associado a algum sintoma mais grave. 

A enfermeira referência técnica em vírus respiratórios, Larissa Queiroz relata que entre os sinais que indicam a evolução para um caso grave estão a dificuldade de respirar, dor no peito, saturação abaixo de 94 e lábios ou rosto com cor azulada.  “Nessa situação com piora do quadro clínico da pessoa, é importante procurar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e policlínicas. Pode acontecer uma demora para procurar um atendimento médico, acreditando na melhora em casa mesmo, mas, em qualquer sintoma de gravidade já deve procurar uma unidade de saúde imediatamente", orientou. 

A enfermeira pontua que idosos, crianças, pessoas com doenças crônicas e imunossuprimidos compõem os grupos mais suscetíveis à SRAG devido a baixa imunidade.  “Por serem grupos de risco, ao apresentarem sintomas gripais, já devem ir até uma unidade para ser avaliado”, alertou. 

A enfermeira também destacou a vacinação contra gripe influenza como uma aliada para a prevenção da síndrome aguda grave por esse tipo de vírus.  “É uma vacina com boa aceitação e baixos efeitos adversos. Todo ano é um vírus diferente e é necessário atualizar o reforço, por isso é importante tomar a vacina a cada ano. No momento, os grupos prioritários já podem ir nas unidades garantir essa proteção”, recomendou.

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