08/06/2026
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Operação Catena prende sete investigados por roubos e receptação de joias em Salvador

Ação da Polícia Civil apreendeu dinheiro em espécie, ouro, balanças e materiais utilizados na comercialização clandestina

Redação: Victória Silva
quinta-feira, 14 de maio de 2026 às 11:39
agente da Polícia Civil utilizando um colete tático preto com a inscrição "POLÍCIA CIVIL" em letras cinzas reflexivas. Ele está sentado à mesa em uma sala de depoimentos ou apreensões.
Foto: ASCOM PCBA

A Polícia Civil da Bahia prendeu sete investigados durante desdobramentos da Operação Catena, deflagrada nesta quinta-feira (14), com foco no combate a uma organização criminosa envolvida em roubos patrimoniais na região da Barra, em Salvador.

Entre os presos, dois homens, de 32 e 23 anos, foram localizados nos bairros de Nazaré e Campinas de Pirajá. As investigações apontam que ambos atuavam diretamente na execução dos roubos praticados contra turistas e frequentadores da região da Avenida Oceânica e Porto da Barra.

Outros quatro suspeitos, de 27, 29, 32 e 42 anos, foram presos nos bairros do Pelourinho, Tororó, Politeama de Baixo e São Tomé de Paripe, investigados pelo crime de receptação das joias e objetos subtraídos. Um outro mandado de prisão também foi cumprido no sistema prisional.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, as equipes apreenderam mais de R$20 mil em espécie, joias, reagentes e pedras utilizados para teste de ouro, agendas com anotações relacionadas à comercialização dos materiais, sacos utilizados para armazenamento das joias e balanças de precisão.

As investigações conduzidas pela 14ª Delegacia Territorial da Barra (14ª DT/Barra) identificaram uma associação criminosa estruturada, com divisão de tarefas entre executores dos roubos, receptadores e responsáveis pela negociação clandestina dos objetos roubados.

De acordo com as apurações, os suspeitos monitoravam vítimas, principalmente turistas e praticantes de atividades físicas, utilizando pontos estratégicos de observação, aplicativos de mensagens e rotas de fuga previamente definidas. O foco principal do grupo era o roubo de correntes de ouro e relógios esportivos de alto padrão.

A operação contou com apoio operacional do Departamento de Polícia Metropolitana (DEPOM), Departamento de Inteligência Policial (DIP), Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO) e Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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