11/05/2026
--
De Olho na Cidade
InícioFeira de Santana
Feira de Santana2 min de leitura

Presidente do Sindborracha avalia resultados de 2023; "Ano de superação"

Segundo o presidente, a mudança no governo federal e a eclosão de conflitos, como a guerra entre Israel e o grupo Hamas, trouxeram desafios a serem superados.

Por Thaciane Mendes
quinta-feira, 14 de dezembro de 2023 às 15:46
Foto: De Olho na Cidade
Foto: De Olho na Cidade

Na reta final do ano de 2023, o presidente do Sindborracha, Oberdan Cerqueira, avaliou os resultados obtidos pela categoria ao longo do ano.

Segundo o presidente, a mudança no governo federal e a eclosão de conflitos, como a guerra entre Israel e o grupo Hamas, trouxeram desafios a serem superados.

"Hoje em Feira temos três fábricas de pneus; Pirelli, Vipal, e Oklahoma. O segmento da borracha neste momento está com dificuldades devido aos pneus importados, que dominaram nossa cidade, o estado e o Brasil. Estivemos em um seminário em São Paulo, e este foi o debate, para tentar reverter essa situação e não dependermos só de importados", relata o presidente em entrevista ao De Olho na Cidade.

Atualmente, as três empresas de pneus geram cerca de 3 mil empregos em Feira de Santana, no qual a Pirelli é a maior. Oberdan relata que o segmento enfrentou algumas demissões ao longo do ano, mas soluções já estão sendo buscadas.

Ainda, o presidente pontua que a categoria ainda colhe consequência da pandemia da covid 19, instaurada em 2020, que provocou aumento no preço de automóveis.

A respeito do primeiro ano do governo Lula, que foi eleito em 2022, o presidente Oberdan Cerqueira avalia que a gestão, ainda que imperfeita, seguiu melhor que a anterior.

"Já convivemos com Lula por dois mandatos, então nós ja sabiamos mais ou menos como seria. Temos dificuldades, claro, até porque o povo brasileiro esqueceu de uma coisa; votou em Lula, mas também votou em um congresso totalmente fora da linha. A maior dificuldade do governo Lula é ter um congresso totalmente fora. Mas, Lula acertou em escolher Haddad como Ministro da Economia. Agora, 'agradar', ele não vai conseguir, mas isso é normal, faz parte, até porque não podemos nos acomodar", pontua Oberdan.

Compartilhar:

Nós utilizamos cookies para aprimorar e personalizar a sua experiência em nosso site. Ao continuar navegando, você concorda em contribuir para os dados estatísticos de melhoria. Conheça nossa Política de Privacidade e consulte nosso Termos de Uso.