Enquanto alguns defendem um confronto mais acessível, outros acreditam que enfrentar uma seleção forte pode fortalecer o caminho rumo ao hexacampeonato.
A definição do próximo adversário do Brasil movimentou o debate entre torcedores após a vitória sobre o Japão. Durante a cobertura da Copa do Mundo, brasileiros foram convidados a responder uma pergunta: é melhor enfrentar um rival mais forte ou buscar um caminho teoricamente mais fácil nas oitavas de final?
Para Fran Carlos, a preferência é por um duelo contra a Noruega. Segundo ele, um confronto desse nível pode proporcionar um grande espetáculo.
"Noruega. Vamos ver um jogão, né? Jogo bom. Quem quer ser campeão tem que enfrentar os grandes."
Já o flamenguista Guilherme tem uma visão diferente. Para ele, o importante é facilitar o caminho da Seleção.
"Eu quero o adversário mais fraco, o mais fácil para a gente."
Além de demonstrar confiança no Brasil, Guilherme aproveitou para falar da paixão pelo clube do coração.
"O Flamengo está no coração junto com o Brasil. Inclusive, estou com saudade de assistir ao meu Flamengo."
A torcedora Jaqueline acredita que, mesmo reconhecendo a força da Noruega, a Seleção Brasileira tem condições de avançar.
"Eu não queria, não, porque a Noruega tem uma seleção muito forte. Mas a gente tem capacidade para ganhar deles."
Para Henrique, enfrentar um adversário forte seria a melhor forma de medir o verdadeiro potencial da equipe comandada pela Seleção Brasileira.
"Eu queria muito que fosse a Noruega por ser uma seleção muito forte. Gostaria que o Brasil utilizasse esse jogo para demonstrar que realmente pode passar por diversas dificuldades. Acho que seria um jogo muito pegado e bem mais emocionante de assistir."
Henrique também analisou a atuação brasileira diante do Japão. Na avaliação dele, o primeiro tempo ficou abaixo do esperado, mas as mudanças na etapa final mudaram o panorama da partida.
"O primeiro tempo foi bem fraco do Brasil, mas no segundo entrou o Rafa com amor e paixão, marcou um gol e mostrou que pode ser importante para o nosso meio-campo. A equipe entrou muito bem e acredito que isso é o que estava faltando ao Brasil: algo mais explosivo."
A Copa também tem um significado especial para Henrique. Pela primeira vez acompanhando o Mundial fora do Brasil, ele contou que está realizando um sonho de infância.
"Está sendo uma experiência única. É a primeira vez que estou acompanhando a Copa fora do Brasil. Estou muito emocionado porque é um sonho de criança. Em 2014 eu vi o 7 a 1 acontecer e chorei muito."
Agora, a expectativa é viver uma história diferente.
"Espero muito que a gente consiga esse hexa. Depois de tantos anos, seria uma alegria enorme. Estou muito feliz de ver o Brasil jogar com raça, vontade e de uma maneira bonita."