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Rui Costa evita comentar futuro de Zé Ronaldo e diz que decisão cabe ao prefeito

O ministro disse que não comenta decisões pessoais de outros agentes públicos.

Por Rafa
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
Imagem de Rui Costa evita comentar futuro de Zé Ronaldo e diz que decisão cabe ao prefeito

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, comentou sobre o cenário político baiano e a formação da chapa majoritária para 2026. Durante entrevista coletiva em Feira de Santana, ele evitou especular sobre o futuro político do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, e afirmou que cabe exclusivamente ao gestor municipal se manifestar sobre o tema.

Questionado se a aproximação com José Ronaldo seria apenas institucional ou também política, Rui recorreu a uma metáfora.

“Normalmente, quando a gente está numa festa, trata todo mundo bem e chama quem está querendo dançar para dançar. Se a dança vai prolongar um bate-papo maior, depende. Se a dança for boa, as pessoas se sentem estimuladas”, declarou.

Apesar da sinalização de diálogo, o ministro disse que não comenta decisões pessoais de outros agentes públicos.

“Eu aprendi com minha mãe o seguinte: faça com os outros o que você gostaria que fizesse com você. Eu não gostaria que alguém ficasse falando do meu futuro político. Do meu futuro falo eu. Sobre o futuro político de Zé Ronaldo, fala ele. E, na minha opinião, só há uma pessoa com autoridade para falar sobre isso: José Ronaldo”, afirmou.

Chapa para 2026

Sobre a definição da chapa governista para as eleições de 2026 e a possível manutenção de Geraldo Júnior como vice, Rui Costa reforçou que a decisão cabe ao governador Jerônimo Rodrigues.

“O governador já disse que, em março, quando voltar de viagem, fará o anúncio da chapa. Eu respeito a liturgia do poder. Quando eu estava no governo, quem anunciou a chapa fui eu. Hoje, quem é governador é Jerônimo. Cabe a ele anunciar”, pontuou.

Rui afirmou ainda que se coloca como pré-candidato ao Senado. “Eu estou aqui como um soldado, candidato a uma vaga ao Senado. São duas vagas. Mas cabe ao governador emitir a opinião final.”

*Com informações do repórter Rafael Marques

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