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Sororidade contribui com avanço político de mulheres, diz secretária

Mulheres ainda ocupam menos cargos políticos que os homens

Por Thaciane Mendes
terça-feira, 21 de março de 2023
Foto: De Olho na Cidade
Foto: Foto: De Olho na Cidade

ESPECIAL MARÇO MULHER

No Brasil, as mulheres ocupam cerca 15,2% dos assentos na Câmara e 12,4% no Senado. Dos 513 deputados federais presentes na Câmara dos Deputados, apenas 77 são mulheres, e 436 são homens. Em Feira de Santana, dos 21 vereadores presentes na Câmara, somente três mulheres ocupam cargos parlamentares.

“Os números não condizem com a representatividade populacional. A nível de população, as mulheres são o maior número de eleitores e votam mais que os homens. Precisamos nos unir, praticar mais a sororidade. É importante que nós mulheres que somos formadoras de opinião fiquemos mais felizes com o sucesso uma das outras. O brilho de uma não ofusca o seu”, afirma a secretária de políticas públicas para as mulheres, Gerusa Sampaio.

Feira já está avançando em pautas direcionadas ao público feminino. Agora, a Secretaria da Mulher, que antes possuía apenas caráter interino, já está oficialmente institucionalizada.

“A secretaria da mulher de Feira foi um grande desafio. O prefeito entendeu a necessidade de dar um suporte às mulheres e também às suas famílias, porque eu sempre digo que a mulher não é um ser isolado, ela precisa de garantia de direitos para toda a família. Com nossa secretaria, nós temos um departamento de promoção de gênero e igualdade racial, temos um núcleo de direitos humanos, onde atendemos as denúncias em busca ativa”, pontua.

Feira tem uma rede de proteção fortalecida e reconhecida em toda Bahia, de acordo com Gerusa. Alguns serviços e órgãos destinados às mulheres são a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), Ronda Maria da Penha, Casa Abrigo, Conselho, movimentos, etc.

“A cidade tem avançado e agora com a secretaria institucionalizada vamos buscar trazer mais políticas públicas para Feira e projetos, principalmente, de capacitação. A proposta maior da Secretaria é fazer com que a mulher quebre um silêncio de sofrimento, mas para isso, é necessário pedir ajuda e denunciar”, destaca a secretária.

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