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Taxistas apontam falta de fiscalização como causa do baixo faturamento na Micareta

Enquanto os taxistas precisam “pagar a letra” e ter o veículo aprovado na vistoria para trabalhar, elem reclamam que motoristas de aplicativo não passam pelo mesmo processo.

Redação:
domingo, 21 de abril de 2024 às 23:51
Enquanto os taxistas precisam “pagar a letra” e ter o veículo aprovado na vistoria para trabalhar, eles reclamam que motoristas de aplicativo não passam pelo mesmo processo.
Enquanto os taxistas precisam “pagar a letra” e ter o veículo aprovado na vistoria para trabalhar, eles reclamam que motoristas de aplicativo não passam pelo mesmo processo.

Além de proporcionar muita diversão, a Micareta de Feira de Santana é também uma oportunidade de renda extra para muitas pessoas que trabalham na festa. Mas o faturamento este ano não foi nada bom para os taxistas, que apontaram a falta de fiscalização como causar.

A questão, segundo Geraldino Gomes, que atua na área há 27 anos, é que falta ajuda para a categoria, principalmente no que diz respeito a fiscalização. Enquanto os taxistas precisam “pagar a letra” e ter o veículo aprovado na vistoria para trabalhar, ele reclama que motoristas de aplicativo não passam pelo mesmo processo. “Perdemos completamente o espaço de taxista. Nós precisamos de alguém que possa olhar a nossa situação. Porque o mundo é para todos, né?”, questionou.

José Orlando Martins, taxista há 40 anos, reforçou a queixa do colega: “Estamos sofrendo com os aplicativos. Não ganhamos dinheiro. A gente que paga letra de carro e, infelizmente, não fatura. Fica meu repúdio para os órgãos públicos tomarem providência.”

*Orisa Gomes, com informações da repórter Ednalva Valença

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