Lista completa para a Copa de 2026 foi analisada em roda de conversa, que destacou presença de Neymar, surpresas e decisões do treinador italiano
A convocação final da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, comandada pelo técnico Carlo Ancelotti, foi tema de uma roda de conversa no programa De Olho na Cidade da Rádio Sociedade News, com a participação de convidados que repercutiram os nomes escolhidos e o momento da equipe.
Entre os principais destaques da lista está o atacante Neymar, cuja presença foi celebrada pelos participantes da análise, junto a outras surpresas e decisões consideradas estratégicas pelo treinador.
O médico Willy Aguirre avaliou que a Seleção deve ganhar força ao longo da fase de grupos e demonstrou otimismo com a campanha brasileira.

“O segundo jogo contra o Haiti vai ser para ganhar confiança. A gente vai crescer na competição e chegar mais forte no mata-mata”, afirmou.
Já o Dr. Wilson Aguirre destacou que o início de Copa costuma ser mais difícil, mas acredita em boa campanha.

“A estreia sempre dá aquele frio na barriga. Contra o Marrocos pode ter dificuldade, mas o Brasil passa bem na primeira fase”, disse.
O servidor público Francisco Valadares elogiou a lista e destacou a presença de jovens talentos e a estratégia de renovação.

“A gente tem que pensar nas próximas Copas. O Endrick é uma aposta importante. A convocação trouxe surpresas e aumentou a expectativa”, afirmou.
Ele também ressaltou o impacto da divulgação.
“Foi como uma final de novela. A gente parabeniza a CBF pelo marketing e pela forma como tudo foi conduzido.”
O centroavante feirense Edson Júnior, que já defendeu equipes como Vitória, Jacuipense, Santa Cruz, Doce Mel, Confiança, SSA FC, Petrolina e clubes de Portugal e da Tailândia, também comentou a convocação e reforçou a importância de Neymar no elenco.

“Feliz pela convocação do Neymar. Ele é o craque da nossa geração. Mesmo não sendo titular, pode ser decisivo”, disse.
Ele comparou o atacante a grandes nomes do futebol mundial.
“Não imagino Portugal sem Cristiano Ronaldo ou Argentina sem Messi. Neymar é esse tipo de jogador para o Brasil”, completou.
Os convidados também elogiaram o trabalho de Ancelotti, destacando sua experiência internacional e a tentativa de equilibrar juventude e maturidade no grupo.