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Vereador cobra segunda patrol e caçamba permanente para distrito de Humildes

Com a aprovação das matérias, já sancionadas pelo Governo, ele espera solução para esses problemas, que tem afetado o trabalho de recuperação de estradas, operações tapa-buracos, entre outros serviços

Por Rafa
terça-feira, 06 de dezembro de 2022
Foto: Ascom PMFS
Foto: Foto: Ascom PMFS

Com uma população maior do que a de vários municípios no Estado, o distrito de Humildes necessita de, pelo menos, uma caçamba permanentemente a serviço de seu território, além de mais uma patrol. A reivindicação é do vereador Zé Curuca (União Brasil), que falou sobre essas deficiências ao justificar o voto favorável aos projetos do prefeito Colbert Martins pedindo autorização legislativa para suplementação orçamentária em vários órgãos governamentais. Segundo o vereador,  a Superintendência de Manutenção e Operações da Prefeitura (SOMA) encontra-se com 13 caçambas e "cinco a seis patróis quebradas", por falta de recursos para pagar a manutenção.  Com a aprovação das matérias, já sancionadas pelo Governo, ele espera solução para esses problemas, que tem afetado o trabalho de recuperação de estradas, operações tapa-buracos, entre outros serviços em Humildes e em toda a zona rural. 

"Temos apenas uma patról, no nosso distrito, resultado de emenda (ao Orçamento Federal) que conseguimos junto ao deputado José Nunes", ele diz, apelando ao titular da SOMA, João Vianey, por mais uma máquina. Em sua análise, esta única patrol atende aos povoados de Caboronga, Vila Fluminense, Bom Viver, Tanquinho e  Calundu, mas não consegue cobrir a região onde ficam Terra Dura, Pau Seco, Genipapo, Caroara e Doutor. "Tem que ter outra", exige. 

DESAPROPRIAÇÃO DE TERRENO

 Moradores da rua Cajueiro, em Humildes, estão enfrentando alagamento de suas residências, em períodos chuvosos, reclama Zé Curuca, o mais votado dos vereadores naquele distrito. "Quando chove, a água sobe mais de um metro e meio, atingindo as casas", reclama.  Com a autorização da Câmara para o remanejamento de verbas, segundo ele, a Prefeitura terá como realizar a obra de drenagem naquela via. Para tal, deverá desapropriar uma área por onde a água corre e que está obstruída pela proprietária, provocando o alagamento. "Agora, não tem desculpa, vamos trabalhar", afirma.

*Ascom

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