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Alckmin diz que corte tarifário dos EUA é avanço, mas alerta para distorções

Vice-presidente vê avanço na redução tarifária dos EUA, mas afirma que sobretaxa exclusiva ao Brasil mantém desvantagens competitivas

Por Rafa
domingo, 16 de novembro de 2025
Imagem de Alckmin diz que corte tarifário dos EUA é avanço, mas alerta para distorções

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou neste sábado (15) que a decisão dos Estados Unidos de reduzir tarifas sobre cerca de 200 produtos alimentícios representa um “passo positivo”, mas ainda insuficiente para equilibrar a competitividade brasileira. Segundo ele, a manutenção da sobretaxa de 40% aplicada apenas ao Brasil continua criando um cenário desigual no comércio internacional.

Alckmin destacou que, embora o governo norte-americano tenha retirado a tarifa global de 10%, vigente desde abril para países latino-americanos, a alíquota adicional imposta exclusivamente ao Brasil permanece como um entrave significativo. Com isso, itens como café, carne bovina, frutas e castanhas passaram de 50% para 40% de taxação, ainda acima dos concorrentes.

“Há uma distorção que precisa ser corrigida. Todo mundo teve 10 pontos percentuais de redução. Só que, no caso do Brasil, que tinha 50%, ficou com 40%, que é muito alto”, afirmou. Ele destacou que setores como o de suco de laranja foram beneficiados, chegando à isenção total. “Isso representa US$ 1,2 bilhão a mais nas exportações”, completou.

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