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Feira de Santana pode se tornar uma cidade inteligente, afirma empresário

Edson Piaggio enfatiza que Feira de Santana tem potencial para se tornar uma cidade inteligente, mas isso requer uma decisão política e o envolvimento da população.

Por Rafa
sábado, 18 de maio de 2024 às 18:03
Imagem de Feira de Santana pode se tornar uma cidade inteligente, afirma empresário

Edson Piaggio, empresário e presidente do Instituto Pensar Feira, compartilhou sua experiência no Congresso Cidades Inteligentes, realizado em Curitiba, destacando a importância de repensar o modelo de cidade para enfrentar os desafios futuros.

"O mundo está se dando conta da necessidade de prestar atenção no desenvolvimento das cidades", afirma Piaggio, enfatizando a rápida urbanização e a importância de tornar as cidades mais habitáveis para as pessoas. "É preciso repensar o modelo de cidade. Antes, a preocupação era com os carros; hoje, as cidades são feitas para as pessoas."

Piaggio destaca o exemplo de Curitiba, recentemente eleita a cidade mais inteligente do mundo, como um modelo a ser seguido.

"Curitiba é um exemplo de cidade inteligente, onde as coisas funcionam para a população", ressalta.

O empresário enfatiza que Feira de Santana tem potencial para se tornar uma cidade inteligente, mas isso requer uma decisão política e o envolvimento da população.

"Precisamos começar olhando para aspectos como mobilidade e educação, mas é importante pensar na cidade como um todo", afirma Piaggio.

Piaggio destaca a necessidade de envolver os jovens na discussão sobre o futuro da cidade, mencionando um projeto em desenvolvimento com a Universidade Estadual de Feira de Santana para engajar os estudantes na reflexão sobre a cidade.

Além disso, Piaggio menciona outras cidades brasileiras, como São José dos Campos, Florianópolis e São Paulo, que também estão avançando no caminho para se tornarem cidades inteligentes.

Sobre a continuidade dos projetos de desenvolvimento urbano, Piaggio destaca a importância do comprometimento da sociedade civil e das lideranças locais.

"É preciso pensar a longo prazo e mobilizar a cidade em torno de um projeto comum", conclui.

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