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HGCA completa 41 anos e avança com tecnologia e ensino na saúde da Bahia

Com quatro décadas de história, o HGCA reafirma seu compromisso com a saúde pública e a inovação

Por Rafa
sexta-feira, 14 de março de 2025
Imagem de HGCA completa 41 anos e avança com tecnologia e ensino na saúde da Bahia

O Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, completou 41 anos de fundação na quinta-feira (13), consolidando-se como a maior unidade de saúde do interior da Bahia. Para celebrar a data, a direção do hospital promoveu uma missa e realiza, ao longo de todo o mês, eventos comemorativos que destacam a importância da instituição para a região.

A diretora-geral do HGCA, Cristiana França, ressaltou a relevância do hospital, que atende pacientes de todos os 417 municípios baianos.

Foto: Robson Nascimento

“O Clériston Andrade tem uma importância imensurável para a saúde do interior do estado. Hoje, só pela porta da emergência, atendemos mais de três mil pacientes, totalizando mais de dez mil atendimentos mensais”, destacou.

Ao longo dos anos, o hospital evoluiu em diversos aspectos, incluindo a qualificação do atendimento, inovações tecnológicas e avanços na humanização dos serviços.

“O Clériston preza pela essência do cuidar, mas também investe em tecnologia de ponta. Hoje, contamos com neurocirurgias utilizando técnicas robóticas e inteligência artificial, possibilitando procedimentos mais precisos e seguros”, explicou a diretora.

Outra conquista significativa é a ampliação da estrutura acadêmica do HGCA, com a criação de um Centro de Ensino e Pesquisa.

“O governo do estado e a Secretaria de Saúde estão nos presenteando com esse novo espaço, que contará com salas de aula e laboratórios de simulação realística, equiparando o Clériston aos hospitais de excelência do Brasil”, acrescentou.

No entanto, desafios continuam a ser enfrentados, especialmente em relação ao alto número de acidentes de moto, que representam uma parcela significativa dos atendimentos na unidade.

“É um dado preocupante. A maioria das vítimas são jovens, muitas vezes em idade produtiva, e acabam ficando com sequelas permanentes. Por isso, trabalhamos em conjunto com o Ministério Público, a Polícia Rodoviária Federal e os órgãos de trânsito para promover a prevenção e a educação no trânsito”, pontuou Cristiana França.

*Com informações do repórter Robson Nascimento

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