12/06/2026
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De Olho na Cidade
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Lula conclui radioterapia após retirada de câncer de pele e diz estar curado

Presidente afirmou ter encerrado as 15 sessões do tratamento complementar iniciado após a remoção de uma lesão no couro cabeludo

Redação: De olho na cidade
sexta-feira, 12 de junho de 2026 às 16:43
Imagem de Lula conclui radioterapia após retirada de câncer de pele e diz estar curado
Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (12) que concluiu o tratamento de radioterapia realizado após a retirada de um câncer de pele no couro cabeludo. A declaração foi feita durante o lançamento de uma linha de crédito para entregadores de aplicativos no Palácio do Planalto.

"Hoje, eu fui no hospital e terminei a minha 15ª sessão de radioterapia. Tive câncer de pele e a radioterapia é para sumir de vez qualquer perspectiva. Estou bem e feliz pela minha cura definitiva desse câncer de pele", afirmou.

As sessões começaram em maio e foram classificadas pelo Hospital Sírio-Libanês como um tratamento complementar ao procedimento realizado em abril. Na ocasião, a equipe médica informou que a radioterapia tinha caráter preventivo e não provocaria efeitos colaterais capazes de alterar a rotina do presidente.

Lesão foi removida em abril

O câncer de pele foi retirado em São Paulo no dia 24 de abril. Na época, a dermatologista Cristina Abdala explicou que se tratava de um carcinoma basocelular, o tipo mais comum da doença associado à exposição prolongada ao sol.

"É uma lesão localizada, não espalha para nenhum lugar. O máximo que pode acontecer é ficarem aparecendo pequenas feridas. Ele já estava acompanhando há algum tempo. Resolveu tirar. Isso não implica mau prognóstico. É acompanhamento", disse.

O médico Roberto Kalil Filho também destacou que a retirada era o tratamento indicado. "Quando cresce, a gente precisa retirar, porque senão continua crescendo, não cicatriza, sangra. É uma lesão localizada e a conduta é a remoção", afirmou.

Acompanhamento médico

Desde a cirurgia, Lula vinha realizando procedimentos complementares para reduzir o risco de retorno da doença. Os médicos informaram à época que a lesão era localizada e não apresentava sinais de disseminação para outras partes do corpo.

Antes disso, em fevereiro, o presidente também passou por um procedimento dermatológico para tratar uma queratose, alteração caracterizada pelo espessamento da camada superficial da pele.

 

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