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Quase 500 aposentados e pensionistas do IPFS não realizaram a Prova de Vida

Desde o encerramento do prazo, 106 beneficiários regularizaram suas situações cadastrais

Por Rafa
quarta-feira, 15 de janeiro de 2025
Imagem de Quase 500 aposentados e pensionistas do IPFS não realizaram a Prova de Vida

Quase 500 aposentados e pensionistas do Instituto de Previdência de Feira de Santana (IPFS) não realizaram a prova de vida, que teve início no dia 1º de setembro e foi encerrada no dia 27 de dezembro. Aqueles que não cumprirem essa exigência terão o benefício suspenso.

Esse número é inferior a metade do total registrado no ano passado, quando mais de 800 beneficiários deixaram de fazer o procedimento. Desde o encerramento do prazo, 106 beneficiários – 73 aposentados e 33 pensionistas – regularizaram suas situações cadastrais.

Contudo, os atrasados ainda têm alguns dias para confirmar sua prova de vida, antes do fechamento da folha de pagamento deste mês. Para isso, devem se dirigir a uma das agências da Caixa Econômica Federal ou à sede do Instituto, localizada na Avenida Santo Antônio, 247, nos Capuchinhos.

Quem não realizar o recadastramento está com o benefício suspenso até que a situação seja regularizada. Em anos anteriores, o IPFS liberou folha de pagamento suplementar para esses casos. Ao todo, são 3.710 beneficiários do IPFS.

Neste ano, porém, de acordo com a presidente do Instituto, Midiã Leite, devido a mudanças na legislação, existe a possibilidade de que os benefícios só sejam pagos na folha de fevereiro. "Daí a necessidade de que todos se recadastrem imediatamente", afirmou.

Ela também informou que servidores do IPFS estão tentando entrar em contato telefônico com os atrasados, para alertá-los sobre a necessidade de realizar a prova de vida, que o prazo já expirou e que, caso não o façam, poderão ficar sem o pagamento neste mês.

O esforço para localizar esses beneficiários e o novo prazo informal para o cadastramento se deve ao fato de que os salários podem ser a única fonte de renda para essas pessoas, sendo essenciais para a compra de alimentos e, não menos importante, para a aquisição de remédios.

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