Pré-candidato do Partido Missão afirma que aeroporto e ferrovia são essenciais para o desenvolvimento regional e diz que infraestrutura pode transformar o papel econômico da cidade.
O pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Missão, Renan Santos, defendeu investimentos em infraestrutura de transporte para Feira de Santana, incluindo a modernização do aeroporto local e a implantação de uma ligação ferroviária com Salvador.
Em entrevista ao programa Jornal do Meio Dia da Rádio Princesa FM, ele destacou a importância estratégica da cidade no contexto econômico da Bahia e do país.
“Feira de Santana tem um papel muito preciso. Ela é um entroncamento logístico histórico, como uma São Paulo da Bahia.”
Segundo ele, a cidade sempre teve relevância por conectar diferentes regiões e fluxos econômicos.
“Ela liga o sertão ao litoral e sempre foi um ponto de encontro de rotas e distribuição.”
Renan afirmou que a estrutura de transporte da cidade precisa ser ampliada para acompanhar sua relevância econômica e populacional.
“Ter um bom aeroporto e uma ferrovia que ligue Feira de Santana a Salvador e ao interior é obrigatório.”
Ele também defendeu melhorias nas ligações rodoviárias da região.
“As estradas vicinais precisam ser melhoradas para fortalecer toda a região e beneficiar Feira de Santana.”
O pré-candidato afirmou que Feira de Santana tem vocação natural para o comércio, a indústria e a logística.
“Se não é uma cidade logística, ela tem que ser uma cidade de comércio, indústria e distribuição.”
Ele também destacou o potencial de desenvolvimento da região com base na cultura local de trabalho.
“Feira de Santana tem a melhor cultura de trabalho da Bahia. Isso já está no DNA da cidade.”
Além da infraestrutura, Renan afirmou que o desenvolvimento econômico também depende de melhorias na segurança pública.
“Naturalmente, também é preciso resolver problemas de segurança, porque aqui é um lugar perigoso.”
O pré-candidato concluiu afirmando que o crescimento da cidade depende de investimentos estruturais integrados.
“É uma questão de infraestrutura logística e de aproveitar o potencial que Feira já tem.”