Pré-candidato do Partido Missão afirma que pretende baratear o custo de vida e ampliar poder de compra do brasileiro com mudanças na segurança e na economia.
O pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Missão, Renan Santos, afirmou que sua campanha não se baseia em “promessas vazias”, mas em propostas que considera viáveis de execução, especialmente nas áreas de segurança pública e economia.
Ele destacou que a prioridade inicial de seu eventual governo seria reduzir drasticamente a criminalidade nas ruas.
“Eu não consigo prometer tanta coisa, mas proposta eu tenho. Se eu implementar as políticas de segurança que tenho, em um ano o brasileiro vai conseguir andar na rua com o celular na mão sem ser roubado.”
Renan afirmou que o objetivo é devolver sensação de segurança à população.
“A pessoa não vai ter medo de andar na rua, não vai ter o celular roubado, nem o carro, nem a casa. Eu quero retirar esse medo do povo.”
O pré-candidato disse que suas propostas de combate ao crime já foram aplicadas em outros países e poderiam ser adaptadas ao Brasil.
“Essas políticas já foram implementadas em outras nações e funcionaram, inclusive em países mais pobres.”
Ele afirmou que a Bahia seria um dos estados mais impactados por mudanças na área.
“Aqui na Bahia vai fazer uma diferença enorme, porque está muito violento.”
Renan também apresentou propostas na área econômica, com foco em redução de juros e aumento da renda disponível da população.
“Vou fazer reformas fiscais e vamos fazer os juros caírem. Isso vai permitir mexer em impostos ao longo de um ou dois anos.”
Segundo ele, as mudanças teriam impacto direto no consumo das famílias.
“Em dois anos a pessoa vai conseguir comprar seu celular e o dinheiro vai estar lá para isso.”
Ele citou o exemplo do iPhone como símbolo do poder de compra.
“Hoje o iPhone é quase 10 mil reais no Brasil. Nos Estados Unidos é um produto comum. Aqui virou luxo.”
O pré-candidato afirmou que o país enfrenta problemas estruturais que impedem o crescimento econômico e o acesso ao consumo.
“O Brasil é um país pobre e desigual. Os marcos regulatórios são tortos e impedem as pessoas de verem o fruto do trabalho.”
Ele defendeu uma agenda de reformas para estimular produção e consumo.
“Temos que fazer com que os juros fiquem mais baixos, as pessoas produzam mais e consigam consumir mais.”
Renan Santos afirmou que sua proposta busca combinar segurança e economia como forma de transformar a qualidade de vida da população.
“Isso é o básico para resolver. É o início de uma revolução na qualidade de vida do brasileiro.”