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Ruas do bairro Santo Antônio dos Prazeres recebem pavimentação e drenagem

Umidade e minação de água comprometia o uso de equipamentos municipais

Por Thaciane Mendes
terça-feira, 28 de novembro de 2023 às 11:29
Foto: Izinaldo Barreto
Foto: Izinaldo Barreto

Equipes da Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA) estão atuando no bairro Santo Antônio dos Prazeres, realizando a pavimentação e drenagem de ruas.

Nesta fase, estão em processo de pavimentação com paralelepípedos, as ruas Caturama, Marau, Maravilha e Serra Azul. As ruas Chana e Extrema também foram contempladas com serviços. A previsão é que tudo seja concluído este ano.

Após estudos, foi identificado que as ruas Caturama, Marau e Maravilha necessitavam passar por drenagem, para que a pavimentação fosse bem sucedida.

O diretor de Execução de Obras da Soma, Ianco Pinho, explica a importância do processo de drenagem. “A gente só conseguiria pavimentar as ruas citadas, se tivesse uma pequena obra de drenagem antes, senão tudo ia estragar com muita velocidade. Então a gente fez nessas três ruas, segmentos de 200 metros de implantação de recolha e drenagem para poder mitigar os problemas de água que tinham. E aí, feita a drenagem, a gente pôde iniciar a pavimentação”, explica.

Segundo Ianco, o processo de drenagem não serviu apenas para resolver os problemas dessas ruas, como também dos equipamentos públicos presentes na localidade que estavam sendo diretamente afetados com umidade e minação de água.

“A intenção da implantação de redes de drenagem não foi só para resolver os problemas dessas ruas, mas também de equipamentos públicos que estão localizados na região, uma Unidade de Saúde da Família e escolas. Esses equipamentos estavam sofrendo com problemas de umidade severa e minação muito intensa. Estamos fazendo drenos profundos, coleta de água e outras medidas para poder trazer um conforto para a população que usa esses equipamentos”, conta.

Ainda de acordo com Ianco, relatos de enfermeiras e médicos da Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro reforçaram a necessidade da realização do serviço.

“Recebemos relatos das enfermeiras, dos médicos, que a água saia do chão. A parede que chega a quase 1,60m, tinha umidade e pintura descascando por conta desses problemas. A gente precisava atuar, porque senão esses problemas iam comprometer o uso desses espaços”, disse.

*SECOM/PMFS

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