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Vereador Edvaldo Lima defende valor cultural da Bíblia em nova lei aprovada em Feira de Santana

A nova legislação determina que a utilização da Bíblia nas escolas tenha fins exclusivamente culturais, históricos, geográficos, literários e arqueológicos

Redação:
quarta-feira, 12 de novembro de 2025 às 10:41

As escolas públicas e privadas de Feira de Santana estão autorizadas a utilizar a Bíblia Sagrada como material de apoio complementar e fonte de pesquisa. A medida está prevista na Lei Municipal nº 4.353, de autoria do vereador Edvaldo Lima, sancionada pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho e publicada no Diário Oficial do Município nesta terça-feira (11).

A nova legislação determina que a utilização da Bíblia nas escolas tenha fins exclusivamente culturais, históricos, geográficos, literários e arqueológicos, podendo ser inserida em projetos pedagógicos das disciplinas de História, Literatura, Filosofia, Ensino Religioso, Artes, Geografia e Arqueologia. O texto também assegura caráter facultativo à medida, garantindo a liberdade de consciência e crença de alunos e professores.

Segundo o vereador Edvaldo Lima, a proposta não tem viés religioso, mas reconhece a importância da Bíblia como um dos livros mais influentes da humanidade.

“Essa lei deixa bem claro que ninguém é obrigado a ler a Bíblia, assim como não é obrigado a ler nenhum outro livro. É facultativo. Mas a Bíblia é o livro mais lido da história da humanidade, em todas as nações, e é um bom livro para se ler”, afirmou o autor da proposta.

O parlamentar destacou que a iniciativa foi amplamente aprovada na Câmara Municipal.

“O projeto foi aprovado por 99% dos vereadores, apenas uma vereadora votou contra. Todos compreenderam o papel fundamental que a presença da Palavra de Deus pode ter dentro das escolas”, disse.

Edvaldo Lima defendeu ainda que a leitura da Bíblia pode contribuir para a formação de valores éticos e morais entre os estudantes.

“Quando a pessoa lê a Bíblia, ela se afasta das drogas, do ódio e da amargura. A Bíblia ensina o amor, o respeito e o perdão. Tenho certeza de que professores e alunos terão dias melhores se incluírem essa leitura nas escolas”, afirmou.

O vereador reforçou que a medida não impõe doutrinação religiosa, mas oferece às instituições de ensino a autonomia para decidir sobre o uso ou não da Bíblia em seus projetos pedagógicos.

“A proposta é um benefício enorme. A Bíblia pode ser estudada como um livro de cultura e sabedoria. Quem lê, aprende valores que melhoram a convivência em sociedade”, concluiu Edvaldo Lima.

*Com informações da repórter Isabel Bomfim

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