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Câmara discutirá em audiência pública os impactos das obras do anel de contorno

O encontro terá a participação de autoridades do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e representantes da sociedade civil.

Por Rafa
quinta-feira, 28 de agosto de 2025
Imagem de Câmara discutirá em audiência pública os impactos das obras do anel de contorno

O vereador Ismael Bastos confirmou a realização de uma audiência pública para debater as obras do anel de contorno em Feira de Santana, após a aprovação de sua proposta na Câmara Municipal. O encontro terá a participação de autoridades do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e representantes da sociedade civil.

Segundo o parlamentar, o objetivo é trazer clareza sobre o andamento da obra e seus impactos diretos na vida dos feirenses.

Foto: Isabel Bomfim

“Estamos convidando as autoridades relacionadas e vamos contar com o apoio do vereador Ivanberg, que tem relação direta com o partido do governo federal, responsável pela execução da obra. Não adianta marcarmos a audiência sem a presença do DNIT, por isso estamos alinhando a data para que todos participem”, explicou.

Ismael destacou que a audiência não é contra a obra, é uma forma de apoiar o projeto, cobrando informações fundamentais para a população.

“Somos todos a favor da obra, claro. Quem em Feira de Santana seria contra? O que queremos é entender como ela vai acontecer. Onde terão viadutos? Como será o acesso de um lado ao outro da via? Essas são dúvidas que a cidade precisa ver respondidas”, afirmou.

O vereador acrescentou que o debate também será oportunidade para tratar de situações específicas, como a ocupação de áreas às margens do contorno:

“Existe a questão de restaurantes e comércios que foram construídos há mais de 30 anos em locais apontados como inadequados. Queremos ouvi-los também, no sentido de contribuir para encontrar soluções rápidas e equilibradas”, pontuou.

Ismael concluiu destacando que a audiência pública será uma forma de unir Câmara, Prefeitura, DNIT e sociedade civil em torno de informações claras e soluções compartilhadas:

“A cidade precisa saber como ficará essa obra. O diálogo é fundamental para que os impactos sejam positivos e todos possam se preparar para as mudanças”, finalizou.

*Com informações da repórter Isabel Bomfim

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