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Feira de Santana lança projeto inovador contra a dengue em parceria com o Ministério da Saúde

A iniciativa promete ampliar as estratégias de combate às arboviroses no município.

Por Rafa
quinta-feira, 21 de agosto de 2025
Foto: Rafael Marques
Foto: Foto: Rafael Marques

Feira de Santana é o terceiro município baiano a receber o projeto Inova Feira contra a Dengue, lançado nesta quinta-feira (21), no auditório da Unex, em parceria com o Ministério da Saúde. A iniciativa traz novas tecnologias para o enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, e promete ampliar as estratégias de combate às arboviroses no município.

O prefeito José Ronaldo de Carvalho destacou a importância da união entre os entes públicos para enfrentar o problema.

Foto: Rafael Marques

“É o terceiro município da Bahia que está lançando esse projeto. Foi em Ilhéus, em Vitória da Conquista e agora em Feira de Santana. É um trabalho em parceria com o Ministério da Saúde. É importante essa união em combate ao mosquito da dengue em nossa cidade. Esses equipamentos que serão apresentados aqui hoje têm dado muito bons resultados e vão continuar avançando, levando trabalho e luta incansável contra esse mosquito que tanto mal causa”, afirmou.

O secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, ressaltou o caráter inovador da ação, que une três diferentes tecnologias voltadas à redução da população do mosquito.

Foto: Rafael Marques

“O Inova Feira traz tecnologias que vão desde armadilhas capazes de diagnosticar se o mosquito tem o vírus até métodos de infecção controlada da fêmea, que reduzem a reprodução. Além disso, teremos drones, uma sala de monitoramento no Centro de Combate às Endemias e 18 bicicletas elétricas que vão facilitar o trabalho dos agentes em campo. Nossa expectativa é de reduzir em mais de 50% os casos nas localidades onde o projeto for implantado”, explicou.

Segundo Rodrigo, o programa será implementado inicialmente em bairros e distritos prioritários, com possibilidade de expansão a partir dos resultados.

“É importante destacar que esses profissionais não vêm para substituir os agentes de combate às endemias, mas para somar esforços. A ideia é maximizar as ações e reduzir hospitalizações e óbitos”, completou.

O coordenador de Tecnologia e Inovação do projeto, Alex Correia, destacou que o modelo é pioneiro no país e já validado pelo Ministério da Saúde após dois anos de estudos.

Foto: Rafael Marques

“Esse ecossistema tecnológico reúne armadilhas inteligentes, monitoramento em tempo real, inteligência artificial e mobilidade com bicicletas elétricas. Serão 20 profissionais contratados, dos quais 16 irão a campo com celulares equipados com IA para registrar dados que permitirão decisões rápidas e assertivas. É um conjunto de ferramentas que pode se tornar referência para outros municípios do Brasil”, explicou.

Foto: Rafael Marques
Foto: Rafael Marques
Foto: Rafael Marques
Foto: Rafael Marques
Foto: Rafael Marques
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*Com informações do repórter Rafael Marques

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