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Funcionários de UPA da Mangabeira suspendem atendimentos e alegam falta de pagamento

Em nota, a assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Saúde afirmou que “o não repasse de recursos para as empresas que fornecem mão de obra para as UPAs e Policlínicas é consequência da falta de dotação orçamentária"

Por Rafa
sexta-feira, 11 de novembro de 2022
Foto: Divulgação
Foto: Foto: Divulgação

Rafael Marques

Funcionários da Unidade de Pronto Atendimento do bairro Mangabeira (UPA), decidiram paralisar temporariamente os trabalhos nesta sexta-feira (11). Segundo uma fonte que entrou em contato com a produção do De Olho na Cidade e preferiu não se identificar, a empresa terceirizada responsável pela gestão, até o momento, não efetuou o pagamento dos salários dos funcionários. Os vencimentos estão atrasados há cerca de dois meses.

“Hoje resolvemos suspender os atendimentos porque a empresa que toma conta da unidade gere mais quatro unidades. As outras três receberam salário ontem, e hoje nos pagariam, mas não tivemos resposta. Estamos há dois meses sem receber e sem previsão de pagamento”.

Ainda de acordo com a fonte, apenas os atendimentos de urgência e emergência estão sendo realizados.

“Só iremos atender vermelho e amarelo, que é urgência e emergência. Tá difícil para todos nós”, lamentou.

Em nota, a assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Saúde afirmou que “o não repasse de recursos para as empresas que fornecem mão de obra para as UPAs e Policlínicas é consequência da falta de dotação orçamentária”.

Leia.

“A Prefeitura de Feira de Santana esclarece que o não repasse de recursos para as empresas que fornecem mão de obra para UPAs e Policlínicas é uma consequência da falta de dotação orçamentária. Os pedidos de suplementação foram encaminhados para a Câmara desde o mês de agosto e o Município aguarda apreciação por parte do Legislativo. A Prefeitura dispõe de dinheiro em caixa, mas precisa da autorização legal da Câmara.
Vale ressaltar que os recursos para manutenção destas unidades são de receita própria do Município”.

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